Terra Roxa: Adolescente faz sucesso na internet por voz semelhante a de Raul Seixas

O jovem Rodrigo Murbach, 17 anos, se tornou um sucesso instantâneo nas redes sociais. A culpa de tudo isso é a semelhança de sua voz com a do cantor Raul Seixas.

Um vídeo do adolescente de Terra Roxa cantando uma das músicas do compositor foi postado por uma amiga de São Paulo e viralizou. Depois disso, seus vídeos passaram a ter milhares de acessos e compartilhamentos.

Em entrevista ao repórter Evandro Mendes, da 2TV de Terra Roxa, Rodrigo contou que é fã do cantor, mas apenas no ano passado notou a semelhança das vozes.

Confira a entrevista com o fenômeno na internet, que já alcançou mais de 3 milhões de visualizações com um vídeo.

Confira o vídeo de Rodrigo Murbach que viralizou nas redes sociais:

Morte de Tim Maia, ícone da música brasileira, completa 20 anos

Há vinte anos a música brasileira perdia uma de suas grandes estrelas. Dono de uma voz inconfundível e um estilo único, Sebastião Rodrigues Maia, ou apenas Tim Maia, faleceu no dia 15 de março de 1998, depois de dias internados após se sentir mal durante a gravação de um show para o canal Multishow no Teatro Municipal de Niterói.

Tim, que morreu aos 55 anos, deixou um legado que nunca será esquecido. Seus grandes sucessos, como “Sossego”, “Gostava Tanto de Você”, “Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar)” e “Primavera”, continuam se perpetuando para as gerações seguintes, mesmo após duas décadas de sua ausência.

O envolvimento com a música começou nos anos 1950. Em 1957, Tim integrou a The Sputniks, com Roberto Carlos. Algum tempo depois foi para os Estados Unidos, onde mergulhou na soul music. “Tim Maia”, o primeiro disco de Tim, foi lançado apenas em 1970 – a fase preferida de Thiago Arruda –, quando o músico misturou o soul com a música popular brasileira e revolucionou a música com seu estilo e sua voz rouca. O álbum ficou 20 semanas entre os mais vendidos. “Na década de 70 a coisa ainda estava mais ligada às raízes da soul music. ‘Tim Maia’ (1976) é o álbum mais legal para mim. A década de 80 deixou tudo mais pop, não que seja um problema”, diz Arruda.

EXCÊNTRICO

Ao longo da carreira, foram mais de 30 álbuns, inúmeros sucessos mas também muitas polêmicas. Tim era conhecido também por sua personalidade forte e suas excentricidades. Uma delas foi vivenciada pela cantora e coach vocal Alza Alves. Alza foi backing vocal do DVD “Tim Maia In Concert”, gravado em 1989, no Hotel Nacional do Rio de Janeiro.

“Nós ensaiamos com a banda, mas não ensaiamos nem uma vez com ele. Nosso primeiro ensaio juntos foi já na hora da passagem do som. Os ensaios eram na casa dele, na Barra da Tijuca, mas ele nunca apareceu. Durante os ensaios achava estranho que a funcionária da casa andava sem parar, subia e descia. Depois, lendo a biografia, vi que Tim Maia estava em casa, e a funcionária subia e descia para levar os recados dele”, relembra.

Seu humor variava entre momentos de doçura, quando mandava beijos no palco para as backing vocals, até momentos tensos. “Não podia fazer aquecimento vocal no camarim. Ele batia na parede, reclamava pedindo pra parar”, conta.

INFLUÊNCIA

Não importa a idade, o “síndico” da música brasileira conquistou fãs de diferentes gerações e influenciou músicos de todos os estilos. “Eu o conheci quando era mais novo, na década de 80. Tinha o disco de Elis Regina em que ela gravou um duo com Tim na música ‘These Are the Songs’. A partir daí fui pesquisar quem era o Tim“, relembra Alessandro Rodrigues, vocalista da banda capixaba Xá da Índia. Nos shows do grupo, não faltam clássicos como “Não Vou Ficar”, “Sossego” e “Cristina”.

Para Alza Alves, que é fã de Tim desde a infância, o cantor é único, e sua irreverência faz falta na música. “Tim é cantado por todos. Ele tinha uma obra solidificada. Boas músicas com bons arranjos e uma voz ímpar. E não era só qualidade vocal, ele tinha a pegada. Não tem ninguém igual a ele”, opina.

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Há 41 anos, Os Trapalhões estreava na Globo

No dia 13 de março de 1977, estreava na Globo o humorístico Os Trapalhões. A atração era exibida aos domingos, antes do Fantástico, e consagrou em definitivo o quarteto formado por Didi (Renato Aragão)Dedé (Dedé Santana)Mussum (Antonio Carlos Gomes) e Zacarias (Mauro Faccio Gonçalves), que se tornaram verdadeiros ícones do humor nacional.

 Os Trapalhões era um programa formado basicamente por esquetes diversos, dos quais participavam os quatro protagonistas, ou apenas alguns deles. Didi, Dedé, Mussum e Zacarias podiam aparecer em qualquer contexto ou época, como cowboys do Velho Oeste, super-heróis, soldados do Exército ou apenas como amigos que dividem uma casa. Mas sempre mantendo intactas suas características: Didi era o líder, divertido, sacana e que sempre (ou quase) se dava bem; Dedé era o galã, o elo mais sensato do grupo; Mussum era o sambista boêmio, apaixonado por mulheres e cachaça; e Zacarias o ser pueril, ingênuo e que sempre disparava sua risadinha característica.

Em seus quadros, Os Trapalhões sempre adotavam o humor pastelão, meio circense, voltado principalmente à família. Por isso mesmo, boa parte de sua audiência era formada por crianças, que adoravam o quarteto. E, além dos quatro principais, Os Trapalhões também contava com um elenco fixo, no qual se destacavam Roberto Guilherme, o sargento Pincel; Tião Macalé; Jorge Lafond; entre muitos outros.

Apesar de terem estreado na Globo em 1977, Os Trapalhões já eram famosos na TV brasileira, pois passaram também pela Excelsior, Record e Tupi. A estreia foi na TV Excelsior, no ano de 1966, com o nome Os Adoráveis Trapalhões, com um elenco bem diferente da versão mais famosa. O programa era estrelado por Renato Aragão, Ted Boy Marino, Ivon Cury e Wanderley Cardoso, com participação de Dedé Santana. Conforme foram passando os anos, o elenco foi mudando.

Em 1972, o programa se mudou para a Record, mudou de nome para Os Insociáveis e ganhou a presença de Mussum. Já em 1974, os humoristas migraram para a TV Tupi, desta vez já chamados de Os Trapalhões e agregando Zacarias à sua formação. Estava formado o quarteto mais querido do grupo, que se mudaria para a Globo em 1977, atendendo ao chamado de José Bonifácio de Oliveira, o Boni.

Com a mudança, Os Trapalhões se tornou um grande fenômeno. Líder de audiência em seu horário de exibição, o humorístico se tornou também uma marca poderosa, com muitos produtos licenciados, discos lançados e uma carreira cinematográfica formada por grandes campeões de bilheteria. O formato do programa também foi mudando conforme os anos foram passando, ora priorizando esquetes diversas, ora apresentando atrações típicas de programas de auditório. Ficaram famosas as participações especiais nas paródias de clipes protagonizadas por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias, como Terezinha de Jesus. Outro quadro clássico trazia Didi e Zacarias entoando os versos de “A Filha do Seu Faceta”, aquela música que começava com “Papai, eu quero me casar!”.

Nem tudo foram flores nesta trajetória de sucesso de Os Trapalhões. Em 1983, o quarteto se separou, quando Dedé, Mussum e Zacarias romperam com a Renato Aragão Produções, empresa que cuidava dos negócios do grupo, formaram sua própria empresa, a Demuza, e optaram por seguir sozinhos na carreira cinematográfica e deixar o programa. A separação durou cerca de seis meses, período em que Renato Aragão estrelou sozinho o programa. O quarteto retornou em grande estilo no dia 25 de março de 1984.

Em 1990, o grupo enfrentou o duro golpe da morte de Zacarias, que morreu de embolia pulmonar. Com o falecimento de Zacarias, os três remanescentes cogitaram encerrar o programa, mas acabaram resolvendo seguir adiante. Sem o comediante, Os Trapalhões mudou e passou a ser dividido em duas partes: a primeira apresentava shows musicais e esquetes de humor em que Didi, Dedé e Mussum contracenavam com vários comediantes; e a segunda era o Trapa Hotel, espécie de sitcom que se passava num hotel, no qual Didi era o gerente, Dedé era secretário de esportes e lazer, e Mussum era o segurança. O Trapa Hotel trazia também o cozinheiro Divino (Jorge Lafond), o carregador de bagagens Sorriso (Tião Macalé) e o diretor Batatinha (Roberto Guilherme), além da atriz mirim Duda Little.

Em 1992 surgiram outros novos quadros em formato de sitcom, como A Vila Vintém, onde Renato Aragão vivia o vagabundo Bonga, que morava numa rua de um subúrbio, e a Agência Trapatudo, onde Didi, Dedé e Mussum recrutavam talentos diversos. No ano seguinte, mais mudanças: sem plateia, sem claque e com quadros fixos, como Os Piratas, além da nova sitcom, Nos Cafundós do Brejo, com Renato Aragão vivendo Zé do Brejo e contracenando com Alessandra Aguiar, Sérgio Mamberti, Chico Diaz, Letícia Spiller e Roberto Bomtempo.

Em julho de 1994, veio o falecimento de Mussum, em decorrência de problemas cardíacos. Nesta época, o programa deixou de ser produzido e apenas reprises eram exibidas. Em 1995, houve uma reestreia, desta vez nas tardes de domingo e em formato de programa de auditório. Nesta fase, Didi e Dedé brincavam com a plateia, enquanto esquetes antigos eram reprisados. Esta versão ficou no ar até agosto de 1995, quando Os Trapalhões deixa de ser produzido definitivamente. Mas as reprises permaneceram por um bom tempo.

Os Trapalhões ganhou um remake, produzido em parceria entre a Globo e o canal Viva, e exibido no ano passado. Na nova versão, Didi e Dedé ensinam seus sobrinhos Didico (Lucas Veloso), Dedeco (Bruno Gissoni), Mussa (Mumuzinho) e Zaca (Gui Santana) como serem legítimos trapalhões. Valeu como homenagem, mas não repetiu o brilho do original, que vem sendo exibido no Viva desde janeiro deste ano.

Criado por Wilton Franco, Os Trapalhões era escrito por Augusto César Vannuci, Carlos Alberto da Nóbrega, Adriano Stuart e Mário Wilson, com direção de Augusto César Vannucci, Adriano Studart, Osvaldo Loureiro, Gracindo Junior, Paulo Araújo, Walter Lacet, Wilton Franco, José Lavigne, Fernando Gueiros, Maurício Sherman e Paulo Aragão Neto.

Relembre uma cena clássica de Os Trapalhões:

Há 35 anos, Balão Mágico estreava na Globo: Por onde andam astros mirins?

Um grupo de crianças fez tanto sucesso na TV nos anos 1980 que continua na cultura popular e na trilha sonora de festas de aniversário até hoje. Há exatos 35 anos, a Globo estreava Balão Mágico (1983-1986), programa matinal que exibia desenhos animados, brincadeiras, histórias e números musicais. Atualmente, nenhum dos ex-astros mirins trabalha com entretenimento infantil, mas alguns ainda colhem lucros e usam até os mesmos nomes artísticos daquela época.

É o caso de Tob, apelido de Vímerson Cavanillas. Ele chegou a seguir carreira como ator e músico, além de ter sido dono de uma loja de brinquedos antigos e jogador de futebol. Hoje, no entanto, se dedica a outra atividade: há dois anos virou artista plástico e faz pinturas em estêncil, telas e madeira. Divulga o trabalho como Tob Art.

“São fases da nossa história. Tudo é aprendizado, crescimento. Essa coisa de arte acabou sendo muito parte da minha vida, não teria como eu ter outra profissão em que não pudesse manifestar a minha arte, seja cantando, atuando, pintando. Por isso, nas minhas pinturas eu tento manifestar toda essa história que está dentro de mim, quero dar bastante prosseguimento com isso”, explica.

Cavanillas fará uma exposição de suas obras em um bar de São Paulo nesta semana e está trabalhando em uma tela em homenagem aos 35 anos da estreia do Balão Mágico.

Ele lembra que o trabalho na época era tão intenso que não tinha completa noção do fenômeno que o programa virou. Tob conta que até hoje recebe mensagens de fãs nas redes sociais e está disposto a ter um reencontro com os “amigos do peito”.

“É muito gostoso ver o carinho do pessoal, ainda tem muita gente que me escreve para falar que marcamos a infância deles. Adoraria se tivesse algum show de comemoração do Balão, faria com o maior prazer”, sugere.

Enquanto o reencontro não acontece, veja por onde andam outros integrantes que fizeram o Balão Mágico na Globo:

REPRODUÇÃO TV GLOBO/FACEBOOK

Simony vive até hoje da fama e dos lucros do Balão Mágico, que protagonizou aos 6 anos

Simony
Esteve no programa desde o primeiro episódio, quando tinha 6 anos. Simony virou a princesinha do Brasil durante os anos em que o Balão foi ao ar, e após o fim do programa, também fez muito em uma dupla musical com Jairzinho. Ainda na década de 1980, ela apresentou o Show da Simony (1989) no SBT e lançou um disco solo.

Nos anos 1990 e 2000, Simony teve mais espaço na mídia por sua vida amorosa do que pela carreira. Namorou Alexandre Pires e se casou com o rapper e então presidiário Afro-X (chamou a atenção por ir visitá-lo na cadeia). Em 2008, a cantora lançou um CD com músicas do Balão regravadas.

Mãe de quatro filhos, Simony ficou em segundo lugar na primeira temporada do Power Couple Brasil (2016) ao lado do atual marido, Patrick Silva. Em fevereiro deste ano, fez participações em programas do SBT, como Fofocalizando e Programa Silvio Santos. Em entrevista ao UOL em 2014, declarou que ainda ganha muito dinheiro com as reproduções de músicas dos anos 1980. “O Balão Mágico gerará lucros até para os meus bisnetos”, afirmou.

Jairzinho no Balão Mágico e atualmente, como Jair de Oliveira: cantor e produtor musical

Jairzinho
Filho de Jair Rodrigues (1939-2014), Jairzinho entrou no Balão Mágico para substituir Tob, que estava grande demais para o programa. Ele fazia duetos musicais com Simony e teve sucesso na dupla que formou com ela. O cantor investiu no conhecimento na década de 1990: formou-se em uma faculdade especializada em música nos Estados Unidos, no curso de Produção Musical e Engenharia de Som.

Jairzinho hoje é conhecido como Jair de Oliveira e já teve nove CDs solo lançados, além de participações em músicas com outros artistas e de ser sócio de uma produtora musical. Com a mulher Tania Khalill e as duas filhas, ele prepara receitas infantis no programa Grandes Pequeninos Chefs, do Discovery Kids. Oliveira também é produtor musical do Domingão do Faustão.

Mike no Balão Mágico e numa reportagem do Domingo Show, da Record, em 2015

Mike
Michael Biggs teve um início curioso no Balão Mágico. O garoto era filho de Ronald Biggs, britânico foragido no Brasil após assaltar um trem pagador na Inglaterra na década de 1960. Em 1982, Ronald foi sequestrado, e Mike fez um apelo na TV para que seu pai fosse solto. Os produtores do Balão viram talento no garoto, que foi contratado para o programa.

Com o fim do infantil, no entanto, Mike parou de investir na carreira artística. Não fez mais nada na TV e foi morar na Inglaterra, em 2001. Na época, Ronald havia se entregado à polícia do país e estava cumprindo pena na prisão, muito debilitado por derrames que sofreu. O assaltante morreu em 2013, e Mike continua vivendo em Londres _é pai de duas meninas e especialista em reflorestamento.

Orival Pessini criou Fofão para o Balão Mágico e abriu empresa para cuidar do personagem

Orival Pessini
Ator, humorista e criador de bonecos, Orival Pessini (1944-2016) teve no Fofão o personagem mais bem-sucedido da carreira. Misto de homem, cachorro e ser intergaláctico, foi criado com base no protagonista de E.T – O Extraterrestre (1982).

Depois do Balão Mágico, o ator apresentou o TV Fofão (1986-1989), e o personagem fez tanto sucesso que Pessini criou até uma empresa para gerenciar os produtos licenciados, como bonecos e artigos de papelaria.

O humorista interpretou outros personagens em programas como Praça Brasil (1987-1988), da Band, e Escolinha do Professor Raimundo (1990-1995), da Globo. Fez participações em A Praça É Nossa e no Programa Silvio Santos entre 2014 e 2016. Pessini morreu em outubro de 2016, vítima de câncer no baço.

Castrinho como o Cascatinha do Balão Mágico e como o Oziel da novela Apocalipse

Castrinho
O humorista Castrinho interpretava o Cascatinha no Balão. Personagem lançado originalmente no humorístico Chico City (1973), era um garoto dentuço e barrigudo que brincava com as crianças. Ele representou o papel novamente dez anos depois do fim do Balão, no Chico Total (1996). Em 2006, foi contratado pela Record, onde já atuou em novelas como Amor e Intrigas (2007), Poder Paralelo (2009) e A Terra Prometida (2016). Atualmente, Castrinho está no elenco de Apocalipse.

O robô Halleyfante era interpretado por Ferrugem, que deu entrevista ao Vídeo Show em 2017

Ferrugem
Ferrugem, apelido e nome artístico de Luiz Pereira Neto, já tinha uma carreira como astro infantil antes do Balão. Ele fazia sucesso em esquetes de Os Trapalhões nos anos 1970 e entrou para o programa de Simony em 1985 como o boneco Halleyfante, um robô que brincava com as crianças e defendia a ecologia.

O ator descobriu que tinha um problema de crescimento e passou por um tratamento nos Estados Unidos durante a década de 1990. Voltou ao Brasil com 15 centímetros a mais em 1999 e foi assistente de João Gordo no programa Os Piores Clipes do Mundo (2002), na MTV. Hoje, ele trabalha como professor de música e teatro e toca bateria na banda Os Inoxidáveis.

A menina Luciana, prima de Simony, participou do Balão mas não seguiu carreira artística

Luciana Benelli
Prima de Simony, Luciana entrou no Balão para substituí-la num período de férias, mas acabou conquistando o público e ficou no elenco fixo do programa em 1984. Apesar da fofura nos números musicais, Luciana não seguiu carreira artística depois da atração. Hoje, é casada e trabalha em uma academia de ginástica com o marido.

Carlos Alberto chama globais para casamento, mas não convida Silvio Santos

Prestes a se casar outra vez, Carlos Alberto de Nóbrega planejava uma cerimônia simples e íntima, apenas para familiares. Porém, seu mais novo melhor amigo, Rodrigo Faro, mudou os planos do humorista do SBT e o presenteou com uma megafesta prevista para acontecer em maio.

“Ele vai ser meu padrinho de casamento, até ganhei um presente. Ele me deu a festa. Eu iria me casar no meu sítio. Só eu, a Renata e os pais dela, irmãos, meus filhos e netos. Depois, almoçaríamos juntos. Não teria imprensa nem nada. O Rodrigo falou: ‘Não vai fazer no sítio, não, vou fazer uma festa para você!'”, revelou Carlos Alberto em entrevista.

O apresentador, que fará 82 anos em março, pediu em casamento a namorada, Renata Domingues, durante o jantar de aniversário de Rodrigo Faro. Quando foi homenagear o amigo, virou-se para a médica de 40 anos e mostrou as alianças que havia comprado horas antes em um shopping.
Sobre o local da festa, Carlos Alberto prefere que Faro decida: “Não sei, problema é dele, presente a gente não escolhe. Estou pensando em um hotel”.

Outro “problema” para Faro é fechar a lista de convidados. O líder de “A Praça É Nossa” faz questão de levar seus colegas de trabalho e amigos de outras emissoras, como Record e Globo.

“Vou escolher os colegas do programa, a diretoria da casa, vou convidar o Douglas Tavolaro [vice-presidente de Jornalismo da Record], que sempre foi muito gentil comigo, Cesar Filho, Celso Portiolli, Ratinho. Vou tentar trazer o Marcius Melhem e o [Marcelo] Adnet, porque gosto muito deles, muito. Vou ver se eles vêm, querer é uma coisa. Mas tenho certeza absoluta de que o Marcius vem”, antecipa.

Carlos Alberto estreitou a relação com Marcius Melhem e Marcelo Adnet após ser homenageado no “Tá no Ar”, que em 2016 recriou o quadro da Velha Surda em “A Praça É Nossa”.

Quem não deverá ir ao casamento é Silvio Santos, mas não por ter má relação com Carlos Alberto. O apresentador até brincou com os relacionamentos do amigo e funcionário durante a gravação do “Troféu Imprensa”, que irá ao ar no próximo domingo (4). O humorista sabe que o dono do SBT não irá, portanto nem vai se preocupar com o convite a ele.

“Silvio não. A função do amigo é não levar problema para o amigo. Eu conheço o Silvio, sei que ele não gosta. Vou ouvir ‘não’. Não preciso ouvir ‘não’ e nem ele vai precisar dizer ‘não’. Então a gente tem que respeitar”, explica.

Avessa aos holofotes, Renata Domingues reagiu bem ao presente de Rodrigo Faro, mas fez uma “exigência” ao noivo. “Ela pediu: ‘Contanto que não tenha televisão!'”, brincou Carlos Alberto.

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