Velório do PM Adairson Sela será na igreja Nova Canaã, a partir das 15h em Umuarama

O velório do soldado Adairson Sela, encontrado morto em sua casa na manhã desta terça-feira (16), no parque Cidade Jardim, em Umuarama, terá início às 15h na igreja batista Nova Canaã, na avenida Presidente Castelo Branco (proximidades do bosque do Índio).

Adairson era pai do jovem Guilherme Sela, vítima de latrocínio em 4 de janeiro de 2017. O adolescente foi sequestrado por três criminosos, que invadiram e roubaram a residência da família. Levado até um ponto isolado, próximo ao trevo de acesso à cidade, ele foi morto a facadas e tinha sinais de tortura.

Principalmente pelas redes sociais, um expressivo número de pessoas expressa solidariedade aos familiares.

Autorizado aumento de 12,13% na tarifa de água e esgoto da Sanepar

A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar) homologou, na noite desta segunda (15), em reunião extraordinária do Conselho Diretor,  o reajuste de 12,13% na tarifa de água e esgoto, pedido pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). O valor está bem acima do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio de 2018 a abril de 2019, que foi de 4,3%

A data na qual o reajuste entrará em vigor depende da homologação da Agepar. Segundo a assessoria da Sanepar, o reajuste pode ser aplicado 30 dias após a homologação. O aumento vale para 346 dos 399 municípios atendidos pela companhia. No ano passado, o reajuste foi bem menor, 5,12%.

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DESAPARECIDA: Família procura por adolescente de 14 anos que está desaparecida desde sexta-feira (12)

Os familiares de Suellen Fernandes de Moura, de 14 anos, que reside em Ramilândia, procuraram a Polícia Militar para registrar o desaparecimento da mesma.

Segundo Boletim de Ocorrência, a adolescente teria saído de casa na sexta-feira,12, a noite, sem avisar ninguém, e até a presente data não deu notícias.

A família pede que a mesma entre em contato, ou caso alguém tenha informações do paradeiro da mesma, pode comunicar a Polícia Militar pelo fone 190.

Fortuna de Clodovil continua bloqueada dez anos depois de sua morte

Badalado estilista e apresentador de TV, Clodovil Hernandes faleceu há exatamente 10 anos, mas ainda hoje seu nome está envolvido em polêmica. O artista, que chegou a exercer mandato como deputado federal, deixou uma fortuna, que ainda continua em disputa na Justiça.

Segundo informações do site ‘O Canal’, o testamento de Clodovil determinava que sua herança seria usada para uma fundação que abrigaria a Casa Clô, para ajudar meninas carentes. Maria Hebe Pereira de Queiroz foi nomeada como inventariante do estilista para cuidar dos assuntos relacionados a fortuna, no entanto o valor nunca pôde ser usado e a entidade nunca foi inaugurada. Um ex-colaborador de Clodovil entrou na Justiça alegando que eles tiveram uma união estável durante anos, exigindo assim parte da herança.

Em 2012, os móveis de sua mansão e as jóias foram vendidos em um leilão por determinação judicial para pagar dívidas e processos. Depois, outros ex-funcionários entraram na disputa para conseguir parte da fortuna, que em 2015, já tinha diminuído e restavam apenas R$ 3,7 milhões. A prefeitura de Ubatuba passou a reinvidicar quase R$ 200 mil a título de IPTU atrasado de um imóvel que Clodovil tinha no município.

Clodovil também tinha alguns processos e seus desafetos também queriam um indenização. A ex-prefeita Marta Suplicy (PT), queria receber na época cerca de R$ 200 mil do falecido. A ex-vereadora de São Paulo, Claudete Alves da Silva também estava de olho no inventário do estilista e almejava cerca de R$ 30 mil porque foi ofendida por ele.

No entanto, ainda segundo a publicação, contas feitas pelos advogados de Clodovil revelou que o estilista deixou mais dívidas do que bens. A mansão do apresentador em Ubatuba/SP foi arrematada durante um leilão por R$ 750 mil reais, mas o valor real era de R$ 1,6 milhão de reais. Até o momento nada foi definido e os quase 4 milhões restantes de Clodovil em 2015 continuam bloqueados pela Justiça.

Catedral de Notre-Dame, em Paris, é atingida por incêndio

Um incêndio de grandes proporções atingiu a catedral de Notre-Dame, em Paris, por volta das 13h50 de hoje no horário de Brasília (18h50 na França). Os bombeiros ainda trabalham para conter o fogo. Não há informações sobre feridos.

Segundo o jornal francês Le Figaro, uma estrutura da catedral de formato semelhante a uma flecha, que estava em obras, desabou devido ao incêndio.

Essa torre havia sido construída em 1860, quando substituiu a primeira, em 1792, que ameaçava cair. Com 93 metros, ela era formada por 500 toneladas de madeira e 250 toneladas de chumbo.

O fogo se iniciou na parte superior da construção, mas já tomou também a fachada.

Por que a Catedral pegou fogo?

Ainda não se sabe o que causou o incêndio, mas os bombeiros acreditam que a reforma que acontece na catedral pode ser a razão.

As autoridades tratam o episódio como “acidente” e descartam, até o momento, a possibilidade de atentado terrorista.

O arquiteto Philippe Villeneuve, que coordena as obras de reforma da catedral, disse ao jornal Le Parisien que está em choque. “Estou chorando. Não consigo imaginar um desastre como este”, afirmou.

O arquiteto disse que quando o incêndio teve início não havia mais operários trabalhando.

Monumento mais visitado da Europa

Reprodução/Twitter

As labaredas e a fumaça escura podem ser vistas ao longe na capital parisiense — a catedral está localizada no centro de Paris.

Monumento mais visitado da Europa, Notre-Dame recebe cerca de 20 milhões de visitantes por ano — quase três vezes o número de turistas que o Brasil recebe anualmente.

A polícia isolou a área e retirou os muitos turistas que estavam dentro da catedral.

Nas redes sociais, a polícia de Paris pediu que os cidadãos evitem a área e facilitem a passagem de veículos de emergência.

Obra começou há 855 anos

Notre-Dame (Nossa Senhora, em português) é uma catedral católica medieval e é considerada um dos mais belos exemplos da arquitetura gótica francesa. Ela começou a ser construída em 1164 e suas obras foram encerradas em 1345.

A catedral foi palco de grandes e importantes cerimônias, como a coroação em 1431 do rei Henrique 6 de França durante a Guerra dos Cem Anos, a coroação em 1804 de Napoleão Bonaparte como imperador do país e a beatificação de Joana D’Aarc em 1909.

No Twitter, o presidente Emmanuel Macron lamentou o ocorrido. “Notre-Dame de Paris em chamas. Emoção de uma nação inteira. Meus pensamentos estão com todos os católicos e todos os franceses. Como todos os nossos compatriotas, estou triste esta noite em ver esta parte de nós queimar”, disse.

Número de mortes aumentou nas rodovias federais em 2019

O número de mortes em acidentes nas rodovias federais aumentou nos três primeiros meses de 2019, no Paraná. O balanço, divulgado nesta segunda-feira (15) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), constatou um número 27,5% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.

De janeiro a março deste ano, 2.012 pessoas ficaram feridas e 116 morreram em 1.787 acidentes atendidos pela PRF. Em 2018, 91 mortes foram registradas no primeiro trimestre. A maior parte das mortes aconteceram em colisões frontais ou em atropelamentos, sendo que 55,2% foram em trechos de pistas simples, 58,6% à noite e 79,3% com pista seca.

As principais causas dos acidentes fatais foram desobediência às normas de trânsito, falta de atenção à condução, velocidade incompatível, falta de atenção do pedestre, ingestão de bebidas alcoólicas, sono, defeito mecânico e ultrapassagens indevidas.

Número de mortes aumentou nas rodovias federais em 2019

(Foto: Divulgação PRF)

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Ações de fiscalização

As equipes da PRF abordaram 790 motoristas dirigindo sob efeito de bebidas alcoólicas durante o primeiro trimestre deste ano no Paraná. Outros 5,4 mil foram autuados por realizar manobras proibidas de ultrapassagem. Já os radares portáteis captaram imagens de quase 77 mil veículos transitando acima dos limites máximos de velocidade.

Em 508 abordagens, os agentes da PRF encontraram crianças que eram transportadas sem condições de segurança, e mais de 4,3 mil veículos foram recolhidos aos pátios do órgão, por diversos tipos de irregularidades.

Informações PRF

Produtores já podem enviar propostas ao Programa Trator Solidário

A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento está recebendo propostas de pequenos produtores rurais para o programa Trator Solidário. O programa financia a compra de tratores e equipamentos agrícolas a preços mais acessíveis. Neste ano, a meta é financiar até 1000 tratores, 30 colhedoras e 150 pulverizadores. Serão 11 fábricas e concessionárias credenciadas.

O programa é destinado a pequenos produtores com propriedades com cerca de 12 até 75 hectares (até quatro módulos fiscais) e renda bruta anual de até R$ 415 mil, oriunda da atividade agrícola. O agricultor interessado em adquirir máquinas e implementos deve procurar a unidade da Emater em seu município, como explica o coordenador do Crédito Rural, Osmar Schultz.

O Governo do Estado é responsável pelo processo de negociação e formação de preços dos tratores e implementos com os fabricantes. Participam várias instituições, como Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, o Instituto Emater, Fomento Paraná, Agentes Financeiros Oficiais, Cooperativas de Crédito e fabricantes de implementos, equipamentos, tratores e máquinas agrícolas

“A Emater também é responsável por elaborar os projetos técnicos para o agente financeiro, para que a contratação ocorra efetivamente”, diz ele. Na pré proposta, o produtor precisa comprovar suas garantias para fazer um financiamento. “Essas garantias fazem parte de um rol de documentos para a elaboração do projeto técnico encaminhado para o agente financeiro fazer a contratação”, informa Schultz.

A relação com os nomes dos produtores aprovados ao financiamento será atualizada e publicada quinzenalmente pela Coordenação Estadual do PTS/PR, na página da Secretaria da Agricultura e Abastecimento (www.agricultura.pr.gov.br).

 

Exapandir

O objetivo do programa é atender a necessidade de expandir e verticalizar a produção agropecuária estadual, promovendo o crescimento da produtividade, aliada ao custo acessível e à qualidade, com a adoção de tecnologias modernas, seja no preparo do solo, plantio, tratos culturais, colheitas e comercialização

“Através do Trator Solidário, conseguimos promover o aumento da renda, melhor qualidade de vida do homem do campo e, como consequência, desacelerar do êxodo rural. O programa possibilita o acesso a tratores e equipamentos que dificilmente os produtores teriam condições de adquirir”, completa o secretário estadual Norberto Ortigara.

“A pequena propriedade tem participação relevante como geradora de postos de trabalho e renda. Tem viés inovador e competitivo sob os aspectos de modernização e renda, demonstra eficiência, baixo nível de inadimplência dos beneficiários e demanda constante por aquisição, renovação, e ampliação de máquinas e equipamentos ano a ano”, diz Salatiel Turra, chefe do Departamento Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, responsável pela coordenação do programa.

 

Financiamento

Os equipamentos são financiados diretamente ao produtor pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), via Cresol, Sicredi, pelo Banco do Brasil, e cooperativas de crédito, que poderão firmar convênio junto ao Programa, por meio do Decreto nº 0430, aprovado em 8 de fevereiro de 2019.

A expectativa de novos financiamentos é de uma demanda superior a 1000 equipamentos até dezembro de 2019, entre tratores, pulverizadores e colhedoras, sendo 80% desse total em tratores.

O programa Trator Solidário tem se destacado como importante mecanismo para a estabilidade e crescimento da renda agropecuária, e a indução ao uso de tecnologias adequadas na pequena propriedade familiar, promovendo a diversificação, aumento de produtividade e renda.

 

Preços

Segundo o Deral, estima-se que o agricultor paga 15% a menos do que os preços praticados no mercado. A resolução nº 11/2019 fixou novos preços máximos de tratores, pulverizadores e colhedora de grãos financiáveis pelo programa para os próximos 12 meses. Agora, através do programa, um trator agrícola com 55 CV de potência sem cabine é vendido por R$ 71.380,00; um trator agrícola com 55 CV de potência e com cabine de fábrica, por R$ 85.801,00; um trator agrícola estreito com 55 CV de potência, por R$ 71.380,00; um trator agrícola com 75 CV de potência, por R$ 90.988,00; e um trator agrícola com 75 CV de potência e com cabine, por R$ 108.730,00.

O pulverizador agrícola de 400 litros, com acionamento mecânico em X, manômetro, é vendido por R$ 10.228,00; o pulverizador 600 litros até 700 litros, de acionamento mecânico, por R$ 12.180,00; o pulverizador de 600 litros até 700 litros, acionamento hidráulico, por R$ 25.054,00; o pulverizador de 800 litros até 900 litros, acionamento mecânico, por R$ 15.456,0; o pulverizador de 800 litros até 900 litros, acionamento hidráulico, por R$ 27.228,00; e a colhedora agrícola para grãos, cabinada, potência mínima do motor de 175 CV, por R$ 389.721,00.

 

Com AEN-PR

Delegado Fernando é cotado para assumir a Secretaria de Segurança Pública do Paraná

O deputado estadual Delegado Fernando (PSL) é cotado para assumir a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná. O nome do parlamentar foi divulgado pela imprensa de Curitiba e ganhou força assim que o titular da pasta, general Luiz Felipe Craemer Carbonell, pediu para deixar o cargo, alegando problemas de ordem pessoal.

Em nota, Delegado Fernando negou que tenha recebido convite do governador e que foi uma surpresa ver seu nome divulgado pela imprensa estadual. Tudo não passaria de uma especulação.

“Informo que não recebi nenhum convite oficial para assumir a Secretaria de Segurança Pública do governo Carlos Massa Ratinho Junior, ao contrário do que foi divulgado pela imprensa estadual. Foi uma surpresa ver meu nome cogitado. Como deputado estadual, estou à disposição do povo do Paraná”.

Terceiro deputado mais votado do PSL no Paraná, Fernando Ernandes Martins é delegado da Polícia Civil há quase 16 anos, sendo doze deles dedicados ao trabalho operacional na Delegacia de Umuarama. Em campanha, colocou a bandeira da segurança pública como prioridade de mandato.

Importações de diesel são canceladas para evitar prejuízo

Importadores de óleo diesel vão recuar neste momento de congelamento de preços do combustível pela Petrobras. Presidente da Abicom, que representa o segmento, Sérgio Araújo diz que as empresas associadas à entidade cancelaram importações para evitar prejuízo médio de R$ 0,14 em cada litro trazido do exterior. Essa é a diferença do valor do combustível nas principais bolsas de negociação no mercado internacional e o quanto é cobrado pela Petrobras em suas refinarias, segundo a entidade.

Procurada, a Petrobras não informou se está tendo prejuízo com a manutenção do preço nas refinarias. Disse apenas que, na média de 2019, manterá o preço acima do praticado no mercado internacional.

Na última quinta-feira, a empresa anunciou que havia desistido de reajustar o diesel em 5,7%. Em nota, divulgada pela sua assessoria de imprensa, disse que o presidente da República, Jair Bolsonaro, ligou para o presidente da companhia, Roberto Castello Branco, “alertando sobre os riscos do aumento do preço do diesel” anunciado pela Petrobras. Na nota, o executivo afirmou ainda ter considerado “legítima a preocupação do presidente”.

Do volume total de combustível consumido no País no mês de fevereiro, de 4,4 bilhões de litros, 15% foram importados – a maior parte pela própria Petrobras. Os dados são os mais recentes divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os importadores independentes, que são empresas de comercialização de pequeno e médio portes, representam 3% desse mercado, segundo a Abicom.

A expectativa das empresas comercializadoras era ampliar participação no mercado e fazer concorrência à estatal, como aconteceu em 2017, quando a petroleira reajustava sua tabela em intervalos de tempo mais curtos e, por vezes, mantinha o preço acima dos praticados no exterior. Nesse período, os independentes chegaram a responder por 60% das importações.

Esse movimento da estatal motivou as comercializadoras a investir em infraestrutura de armazenamento nos principais portos brasileiros. Parte chegou a sair do papel e outra parcela deveria sair neste ano. Mas foram suspensos diante das últimas sinalizações do governo para o setor. “Esperávamos que o governo, com um discurso liberal, acompanhasse o mercado internacional. Hoje o ambiente é de intervenção e monopólio. Os associados da Abicom têm projetos em infraestrutura que são necessários ao País, mas não vão acontecer”, disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

STF já foi acionado 24 vezes para barrar medidas de governo

m três meses e meio de presidência de Jair Bolsonaro (PSL), o Supremo Tribunal Federal (STF) foi acionado ao menos 24 vezes para barrar medidas do Palácio do Planalto, aponta levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo. A “campeã” de contestações é a Medida Provisória que reforça o caráter facultativo da contribuição sindical, alvo de 12 ações.

Entre outras iniciativas do governo já questionadas perante ao Supremo estão a extinção do Ministério do Trabalho e a transferência para o Ministério da Agricultura da atribuição de demarcar terras indígenas – mudanças implantadas pela mesma medida provisória, judicializada no segundo dia do governo, em 2 de janeiro. O STF ainda não analisou o mérito de nenhum desses processos.

A expectativa dentro do tribunal é a de que o número de ações aumente com o avanço das discussões sobre a reforma da Previdência, considerada estratégica pelo Planalto. Em março, a Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou a criação de uma força-tarefa para fazer uma “blindagem jurídica” da medida, como uma forma de afastar eventuais problemas em tribunais. Em outra frente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já almoçou com o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, e se reuniu com outros integrantes da Corte para tratar do tema, causando boa impressão entre os magistrados.

Até agora, oito dos 24 processos que tramitam no Supremo contra medidas do governo Bolsonaro já foram arquivados ou extintos, por questões processuais, como falta de legitimidade dos autores das ações ou então quando houve “perda de objeto” – como no caso de um decreto assinado pelo vice-presidente Hamilton Mourão que ampliava o número de servidores que poderiam ser autorizados a impor sigilos a documentos públicos, mas acabou revogado pelo próprio governo.

Os demais seguem em andamento no tribunal, sem previsão de quando serão liberados para julgamento. O PDT ingressou com duas ações no Supremo contra ações do governo Bolsonaro que contestam a extinção do Ministério do Trabalho e a medida que reforça o caráter facultativo da contribuição sindical.

A Rede Sustentabilidade e o PSB já recorreram ao Supremo para barrar a reorganização dos ministérios e transferência de competências das pastas, enquanto o PCdoB quer invalidar novas regras que facilitam a posse de arma de fogo. O PT aguarda explicações da Casa Civil e do Ministério da Justiça para ingressar com uma ação contra a medida.

O desagrado de políticos com a MP que alterou a estrutura dos ministérios não foi exposto apenas no STF. Como mostrou o Estado, a medida já recebeu 539 emendas no âmbito do Congresso, que precisa converter o ato de Bolsonaro em lei. No Supremo, a Rede ataca trecho da medida que atribui à secretaria de Governo da Presidência a supervisão e coordenação das atividades de ONGs e organismos internacionais que atuam no Brasil. Já o PSB questiona o fato de a demarcação indígena ter sido retirada da Funai e transferida para o Ministério da Agricultura.

Confederações e sindicatos de trabalhadores são os autores mais frequentes de ações contrárias à medida provisória que reforçou o caráter facultativo da contribuição sindical. Editada em março, a MP impôs o pagamento do contribuição através de boleto bancário, proibindo o desconto em folha. A iniciativa também foi questionada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Insensibilidade

O ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), André Luiz de Almeida, defendeu ao Estado a adoção de medidas de reestruturação do Estado para tornar a máquina mais enxuta e eficiente. “Precisamos ter um País que seja capaz de lidar com uma estrutura administrativa mais próxima da sua real necessidade e a judicialização dessas questões significa uma insensibilidade com essa necessidade do Estado brasileiro”, disse o ministro. “Tenho convicção de que o Supremo validará as decisões até aqui tomadas.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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