Funkeiro MC Sapão morre aos 40 anos no Rio de Janeiro

MC Sapão morreu nesta sexta-feira (19) no Rio de Janeiro. O cantor de 40 anos estava internado desde o dia 10 no Hospital Rocha Faria, na zona oeste da capital carioca.

O funkeiro deixa quatro filhos: Pedro, Kevin, Odara e Brisa.

História

Jefferson Fernandes Luiz nasceu no Rio de Janeiro, no dia 12 de novembro de 1979.

Criado na comunidade carioca de Nova Brasília, no Complexo do Alemão, Jefferson sempre sonhou em ser artista. Já o nome artístico “Sapão”, surgiu de um apelido de infância.

Em 1999, Sapão ficou preso sob alegação de associação ao tráfico de drogas. Atrás das grades, ele compôs a música Eu Sei Cantar, onde pedia perdão para a mãe e prometia que ia usar seu dom para “coisas boas”. Depois de oito meses, o cantor foi absolvido por falta de provas.

O sucesso de Sapão aconteceu depois de muita batalha. Antes de se tornar cantor, ele trabalhou como borracheiro, porteiro de creche e entregador de flores e marmitas.

Sucesso

Em 2005, Sapão lançou Diretoria, que se tornou uma das canções mais tocadas na comunidade do funk carioca. O destaque musical deu a chance do cantor se apresentar em diversos bailes e clubes no Rio. E, no ano seguinte, ele emendou a boa fase com o CD Tô tranquilão. A faixa título é sucesso até hoje.

Durante sua tragetória, Sapão emplacou diversos hits como Mocinho e Bandido(com a dupla João Neto e Frederico), Deixa Ela DançarVou Desafiar Você e Rei do Baile (com MC Guimê e Mr. Catra).

Sapão também virou “queridinho” das celebridades. Em 2010, ele se apresentou no casamento dos atores Bruno Gagliasso e Giovana Ewbank.

Em 2013, por problemas de saúde, o funkeiro precisou emagrecer 50 quilos. Com força de vontade e sem cirurgia, os exercícios ajudaram Sapão a manter o peso e ajudar no controle da diabetes tipo 2.

Inventivo e bem-humorado, Sapão é considerado um dos maiores nomes do funk carioca.

Alerta: uso de ibuprofeno e cetoprofeno pode agravar infecções

A Agência Nacional de Segurança do Medicamento e dos Produtos de Saúde (ANSM) da França fez uma advertência sobre os riscos do uso das substâncias ibuprofeno e cetoprofeno – medicamentos com função analgésica, antitérmica e anti-inflamatória muito usados no Brasil, indicados para casos de dores musculares, de cabeça, de garganta e de dente e até mesmo cólica menstrual.

De acordo com a advertência da agência, esses medicamentos podem agravar infecções durante o tratamento. As recomendações feitas pela entidade serão analisadas por agências similares de outros países integrantes da União Europeia.

Por meio de um porta-voz, a ANSM explicou que as autorizações dos medicamentos são feitas para toda a Europa, e não apenas para França. Em junho do ano passado, a entidade abriu uma investigação farmacológica encomendada aos seus centros de Tours e Marselha.

Ontem (18), a agência emitiu uma série de recomendações, entre as quais a de dar preferência ao uso do paracetamol, em vez do ibuprofeno e do cetoprofeno, em caso de dor ou febre, sobretudo em casos de infecção como anginas, rinofaringites, otites, tosse, infeção pulmonar, assim como lesões cutâneas ou varicela.

A Agência Nacional de Segurança do Medicamento e dos Produtos de Saúde sugere dosagens mínimas e eficazes desses medicamentos, durante o menor tempo possível – interrompendo o tratamento assim que o sintoma desaparecer. Sugere, ainda, que o tratamento não dure mais de três dias, em caso de febre, nem mais de cinco dias, em caso de dor.

As recomendações decorrem de um estudo encomendado em junho de 2018 aos centros regionais da ANSM de Tours e Marselha, segundo qual existem infecções que podem ser agravadas com o uso do medicamento.

Foram analisados 337 casos de complicações infecciosas graves com ibuprofeno e 49 com cetoprofeno e que estiveram na origem de hospitalizações, sequelas e até mesmo morte.

Os casos foram estudados ao longo de um período prolongado, que começou no ano 2000.

Agência Brasil

Segunda fase da vacinação contra a gripe começa na segunda-feira (22)

Começa na segunda-feira a próxima fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Nesta etapa podem se vacinar os idosos, profissionais de saúde e pessoas com doenças crônicas.  A campanha começou na semana passada. Vinte mil doses já foram aplicadas em Curitiba, sendo quase 12 mil em crianças.

Nesses primeiros dias, o público prioritário foi o de gestantes, crianças de 6 meses a 6 anos incompletos e mães de bebês nascidos até 45 dias. O secretário estadual de saúde, Beto Preto, reforça que apesar da divisão, os demais grupos prioritários vão poder tomar a vacina da gripe durante os dias da campanha.

As doses são aplicadas em todas as unidades de saúde do Estado, de segunda à sexta-feira. No dia 4 de maio, será realizado o D de vacinação, para reforçar a imunização dos grupos prioritários. A Campanha de Vacinação contra a Gripe termina no dia 31 de maio.

Aumento na conta de água elevará preços de produtos, diz Associação Comercial

O presidente da Associação Comercial do Paraná, Glaucio Geara, assinou e publicou nesta quinta-feira (18) um manifesto contra o reajuste da tarifa de água e esgoto da Sanepar. O documento aponta que o aumento no valor da água “causará impacto significativo nos custos de empresas de vários segmentos, contribuindo para a elevação dos preços finais de seus produtos”.

“Fazemos um apelo a sua sensibilidade para rever tal índice ou, se isto não for possível, para que pelo menos este reajuste possa ser parcelado para causar menos impacto nos custos dos empresários e no orçamento das famílias paranaenses, pegos de surpresa corn um índice tao expressivo, neste momento, ainda, de recessão econômica no Brasil”, diz o documento.

O reajuste de 12,13%, bem acima da inflação, que foi de 4,5% no período, foi autorizado no último dia 15 pela Agência Reguladora do Paraná (Agepar), a pedido da Sanepar. Em seis anos da gestão Beto Richa (PSDB), entre 2011 e 2017, o reajuste foi de 123,96% – acima da inflação do período, que ficou em 47,49%. O último reajuste da tarifa da Sanepar, de 2018, ficou em 5,12%. (2019: 12,13%; 2018: 5,12%; 2017: 8,53%; 2016: 10,48%; 2015: 12,5% – em duas etapas de 6,5% e 6%)

Em nota, a Sanepar afirma que que aguarda publicação em Diário Oficial do reajuste homologado pela Agência Reguladora para aplicação na tarifa de água e esgoto. “O índice de 12,13% é composto pela inflação dos custos do setor de saneamento mais a terceira parcela do diferimento aprovado na revisão tarifária de 2017. O reajuste passa a valer 30 dias após a data da publicação pela Agência Reguladora e será aplicado de forma gradativa, dependendo da data da leitura de cada consumidor”.

Informações são do site BEM PARANÁ.

Vítimas de tragédia na PR-323 serão veladas em três cidades

Os corpos das seis vítimas da tragédia automobilística ocorrida na madrugada desta sexta-feira (19), na PR-323, foram liberados pelo IML de Umuarama no início da tarde para velórios em três cidades.

O condutor do Astra, Rafael Junior Alves Barbosa, 29, será velado em Umuarama. Sua namorada, Pamela Fernandes da Silva, 16, em Perobal.

Um dos passageiros da Parati, Marcelo Alderico Batistella, 38, será velado em Toledo. Ele era motorista de caminhão. Segundo conhecidos, deixou o veículo no pátio de um posto de combustíveis e foi com os demais, moradores de Perobal, para uma festa em Umuarama. Eles retornavam quando ocorreu o acidente.

O motorista da Parati, Lucas Eduardo da Silva Cachoeira, 18, e os amigos Ronaldo Viana Galinski, 25, e João Vitor Teixeira  Moreira,  21, serão velados em Perobal.

Saiba mais:

Identificadas vítimas de tragédia que marca sexta-feira da Paixão na PR-323

Vereadores pedem que prefeito de Umuarama proíba reajuste da Sanepar

Repercutiu na internet nas últimas 24 horas a atitude do prefeito de Paranavaí, delegado Caíque (ele escreve K.I.Q.), que assinou decreto proibindo o reajuste de 12% das tarifas da Sanepar autorizado pela Agepar. O documento publicado na edição de quarta-feira (17) do diário oficial do município afirma que o aumento ‘extrapola a inflação aferida nos últimos 12 meses’ e veda a Sanepar da aplicação do reajuste das tarifas de água e esgoto do município.

Em Umuarama, alguns vereadores utilizaram suas redes sociais ou protocolaram documentos para solicitar que o prefeito Celso Pozzobom adote a mesma postura. OBemdito teve acesso a postagens de três deles: Ana Novais, Deybson Bitencourt e Mateus Barreto.

Deybson protocolou uma indicação para que o prefeito proíba o reajuste em Umuarama. “Fiz uma indicação aqui na Câmara Municipal que será lida na próxima segunda-feira (22) na Sessão Ordinária, sugerindo ao Prefeito Municipal que siga o exemplo do Prefeito K.I.Q de Paranavaí e publique um DECRETO proibindo o aumento abusivo na tarifa da conta de água promovido pela SANEPAR. Vamos aguardar um posicionamento do nosso Chefe do Poder Executivo Municipal, Celso Pozobom”, escreveu o parlamentar.

Ana Novais protocolou na Casa de Leis um requerimento neste mesmo sentido. Segundo a vereadora, é de suma importância que a tarifa não seja reajustada em 12%. “O aumento é na tarifa de água e da rede de esgoto. Além do cúmulo, está subindo mais que a correção da inflação”, disse.

O requerimento foi protocolado e, após o despacho na sessão de segunda-feira, deve ser encaminhado ao prefeito, que tem 15 dias para responder.

Mateus Barreto está mobilizando as pessoas que o acompanham nas redes sociais para que pressionem o gestor local para que proíba o reajuste. “Li ontem que o prefeito de Paranavaí assinou decreto proibindo a Sanepar de reajustar a tarifa de água e esgoto sem prévia e expressa homologação do pedido de reajuste. Eu, como vereador e cidadão, considero abusivo o percentual de reajuste, que é de pouco mais de 12%. Mas, como o decreto é ato normativo do Poder Executivo, cabe apenas ao prefeito editá-lo. Espero que o faça, pois considerando o momento em que vive o país e o serviço prestado na nossa cidade, a última coisa que faria sentido é um reajuste de mais de 3 vezes acima da inflação”, escreveu.

OBemdito manteve contato com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Umuarama, que informou que deve se manifestar sobre o assunto somente após receber os documentos protocolados pelos vereadores.

Colisão na PR-323 deixa uma pessoa morta e três gravemente feridas na manhã de sexta-feira santa

Uma pessoa morreu e três ficaram gravemente feridas em uma colisão frontal envolvendo um Ford Escort, com placas de Maringá, e uma Parati, com placas de Cruzeiro do Oeste, no início da manhã desta sexta-feira (19). A batida ocorreu na PR-323, entre Água Boa e Doutor Camargo.

O Siate e o Samu atuaram em conjunto e uma das vítimas precisou ser retirada das ferragens.

em breve mais informações

Em derrota de Toffoli, Moraes recua e revoga censura a sites

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), revogou nesta quinta-feira (18) decisão dele próprio que censurou os sites da revista Crusoé e O Antagonista após publicarem reportagens sobre o presidente da corte, Dias Toffoli.

A decisão foi tomada após duras críticas de juristas, entidades de jornalismo e de ministros do Supremo, entre eles o decano, Celso de Mello, à censura.

Relator de inquérito aberto para apurar fake news, ofensas e ameaças contra o Supremo, Moraes determinou na segunda (15) que fossem retiradas do ar reportagens que faziam menção ao apelido de Toffoli na Odebrecht. A ordem foi dada após um pedido de providências do ministro.

O recuo de Alexandre evita mais desgaste para ele e Toffoli, que ficaram isolados na defesa da decisão. Deve impedir também um provável revés no plenário, caso um recurso levasse o caso para julgamento no colegiado.

Em mensagem divulgada nesta quinta-feira, o ministro Celso de Mello chamou a censura de intolerável e disse que é uma perversão da ética do direito. “A censura, qualquer tipo de censura, mesmo aquela ordenada pelo Poder Judiciário, mostra-se prática ilegítima, autocrática e essencialmente incompatível com o regime das liberdades fundamentais consagrado pela Constituição da República”, escreveu.

Mello não fez referência direta à decisão de Moraes contra os sites.

Os veículos censurados publicaram textos com uma menção a Toffoli feita pelo empresário e delator Marcelo Odebrecht em um email de 2007, quando o atual presidente do Supremo era chefe da AGU (Advocacia-Geral da União) do governo Lula (2003-2010).

No email, enviado agora à Polícia Federal pelo empresário no âmbito de uma apuração da Lava Jato no Paraná, Odebrecht pergunta a dois executivos da empreiteira: “Afinal vocês fecharam com o amigo do amigo de meu pai?”. Não há menção a pagamentos ou irregularidades.

Nesta quinta, o ministro Marco Aurélio Mello classificou a decisão de Moraes de mordaça e disse que aguardaria um recuo dele.

Em entrevista à Rádio Gaúcha, Marco Aurélio disse ainda que, na opinião dele, a maioria dos ministros do Supremo era contra a determinação de Moraes de retirada de reportagens.

“Penso que o convencimento da maioria é no sentido diametralmente oposto ao do ministro Alexandre de Moraes. Eu o conheço bem, ele (Moraes) deve estar convencido disso. Aguardo um recuo”, afirmou Marco Aurélio.

Ao ser questionado se havia outra palavra, além de censura, para tratar a ordem judicial de Moraes, Mello respondeu: “Mordaça. Isso não se coaduna com os ares democráticos da Constituição de 1988. Não temos saudade do regime pretérito. E não me lembro nem no regime pretérito, que foi regime de exceção, de medidas assim, tão virulentas como foi essa”.

Em entrevista publicada nesta quinta no jornal Valor Econômico, o ministro Dias Toffoli defendeu a censura que havia sido determinada por Moraes.

“Se você publica uma matéria chamando alguém de criminoso, acusando alguém de ter participado de um esquema, e isso é uma inverdade, tem que ser tirado do ar. Ponto. Simples assim”, disse.

Toffoli completou: “É necessário mostrar autoridade e limites. Não há que se falar em censura neste caso da Crusoé e do Antagonista”.

Nesta quarta-feira (17), Toffoli disse ao jornal que o documento com o apelido “não diz nada com nada”. “Daí tirem as suas conclusões. Era exatamente para constranger o Supremo. Quando eu era ministro, sem ser presidente, nunca entrei com ação [contra uma publicação], nunca reclamei. Mas agora é uma questão institucional. Ao atacar o presidente, estão atacando a instituição.”

De acordo com Toffoli, a revista e o site publicaram essa informação sobre o apelido para constranger o Supremo dias antes de a corte analisar a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância.

“É ofensa à instituição à medida que isso tudo foi algo orquestrado para sair às vésperas do julgamento em segunda instância. De tal sorte que isso tem um nome: obstrução de administração da Justiça.”

O julgamento estava marcado para o último dia 10 de abril, mas foi adiado por Toffoli uma semana antes. Já a reportagem do site e da revista foi ao ar somente na noite de quinta-feira da semana passada, dia 11 –e o documento da Odebrecht foi anexado nos autos da Lava Jato no dia 9 de abril.

Segundo o diretor da revista Crusoé, Rodrigo Rangel, “a reportagem descreve o teor de um documento constante dos autos da Lava Jato, contextualizando as informações nele contidas, sem fazer juízo de valor nem acusações ao ministro”. “E não há, no texto, qualquer tipo de ofensa ao Supremo Tribunal Federal”, afirma Rangel.

Ainda na entrevista ao jornal, o presidente do STF sugeriu existir ‘interesses internacionais’ por trás dos ataques à corte. “A destruição das instituições e de reputações faz parte de uma campanha de ódio. Temos que saber se não há interesses internacionais por trás disso, de desestabilizar as instituições. Interesses nada republicanos.”

Toffoli comentou também a decisão da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, de propor o arquivamento do inquérito aberto por ele para apurar fake news e ofensas aos integrantes da corte. “A PGR opina, dá parecer. Quem decide é a magistratura, é o Poder Judiciário.”

Brasil registra queda de 25% nos assassinatos nos dois primeiros meses do ano

O Brasil teve uma queda de 25% no número de assassinatos nos dois primeiros meses deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo “G1”, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. Essa é a primeira parcial divulgada no ano.

De acordo com a ferramenta, houve 6.856 mortes violentas no primeiro bimestre de 2019. O dado só não comporta o Paraná. O governo do estado informa que os números de janeiro e fevereiro ainda estão sendo tabulados para posterior divulgação. Tirando o Paraná, houve 9.094 assassinatos no mesmo período de 2018. Ou seja, uma queda de 25%.

 

Com Boca Maldita e sites 

Colisão deixa seis mortos na PR-323, próximo a réplica da torre Eiffel

Seis pessoas morreram na colisão frontal entre dois automóveis na madrugada desta sexta-feira (19), na PR-323, nas imediações da réplica da torre Eiffel, em Umuarama.

Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, a colisão ocorreu por volta das 3h30 e envolveu um Astra, com dois ocupantes, e uma Parati, com quatro ocupantes.

Os corpos das vítimas, jovens entre 18 e 25 anos, foram encaminhados ao IML.

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