Bolsonaro diz que ‘baterá martelo’ sobre Previdência nesta quinta

Notícias ao Minuto Brasil

presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que “baterá o martelo” sobre proposta final da reforma da Previdência nesta quinta-feira (14). Ele falou em entrevista ao Jornal da Record, pouco antes de deixar o hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Sobre a proposta para a reforma da Previdência, Bolsonaro afirmou que ainda não decidiu se a idade mínima para aposentadoria será de 57 anos para mulheres e 62 para homens; ou se de 60 e 65.

“Minha grande dúvida foi se [a idade mínima] passaria para 62 ou 65 anos no caso dos homens; e 57 ou 60 para as mulheres. Isso vai ser decidido amanhã”, disse Boslonaro.

Segundo o presidente, dependendo da decisão sobre as idades mínima, haverá um período de transição até 2030.

Sobre as mudanças para na aposentadoria de policiais militares, civis e bombeiros, Bolsonaro afirmou que a regra será parecida com a que será aplicada aos militares.

A equipe econômica considera ter concluído a negociação com os militares, que aceitaram elevar o tempo na ativa de 30 para 35 anos (homens).

O vazamento da minuta de que seriam igualados os direitos de policiais militares e bombeiros aos integrantes das Forças Armadas gerou protestos. Lideranças do Congresso oriundas da PM ou dos Bombeiros questionaram a medida. Com informações da Folhapress.

Bolsonaro aumenta pressão sobre Bebianno por caso dos laranjas do PSL

IGOR GIELOW – Jair Bolsonaro responsabilizou o ministro Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência) pela escalada da crise envolvendo a revelação de candidaturas laranjas bancadas pelo partido de ambos, o PSL.

O presidente quer uma solução rápida para o caso, discutiu com o ministro e o fez cancelar agendas, o que aumentou a pressão entre aliados para que Bebianno peça para sair do governo.

O cerco sobre Bebianno surgiu com a série de reportagens da Folha de S.Paulo mostrando que o partido do presidente, que era dirigido pelo hoje ministro durante a campanha eleitoral, destinou verbas milionárias do Fundo Partidário para candidatas com votações insignificantes a deputado federal pelo país.

Além disso, elas justificaram os gastos com empresas suspeitas de serem fantasmas ou ligadas a dirigentes do PSL, como o hoje ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antônio.

Internado em São Paulo para recuperar-se da terceira cirurgia decorrente do atentado que sofreu em setembro, Bolsonaro mostrou especial contrariedade com a reportagem do jornal do domingo (10), em que uma candidata com 274 votos amealhou o terceiro maior naco de verba pública destinada aos postulantes do PSL no Brasil. A Polícia Federal investiga o caso.

Demonstrando irritação a assessores, o presidente discutiu o caso com Bebianno, que vem tentando empurrar a responsabilidade para o então presidente licenciado da sigla, o deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE), que é o dono do PSL e patrono da candidata dos 274 votos.

Dois generais que trabalham sob a alçada do ministro, mas são vistos pela ala militar do governo como garantidores do funcionamento da secretaria, foram informados da situação. São eles Floriano Peixoto e Maynard Santa Rosa, este visto por observadores do Planalto como um candidato natural a substituir Bebianno caso o ministro peça demissão.

Um militar que os conhece bem aposta, contudo, que eles trabalharão para tentar amainar a crise e evitar uma baixa expressiva no governo. Conhecido pelo estilo arestoso, Bebianno tem se destacado por notável tranquilidade no cargo, a que aliados creditam ao convívio com os generais -e seus conselhos.

Nesta terça (12), a notícia publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo de que Bebianno levaria dois ministros para discutir obras na região amazônica também desagradou o presidente, que determinou o cancelamento da viagem que ocorreria nesta quarta (13).

Oficialmente, Bebianno informou por meio de sua assessoria que a ida ao Pará foi suspensa porque Bolsonaro requisitou que todos os ministros com assento no Planalto estejam em Brasília no dia de sua volta à capital -o presidente deve deixar São Paulo, onde está internado desde o dia 27 de janeiro, na tarde desta quarta.

A tensão entre presidente e ministro levou também ao cancelamento, por ordem de Bolsonaro, de agendas de Bebianno ao longo do dia -em especial uma reunião marcada com o vice-presidente de Relações Institucionais da Rede Globo, emissora que é vista pelo núcleo familiar do mandatário como hostil ao governo. Além do encontro com Paulo Tonet Camargo, foi cancelado também conversa com o presidente da Federação Brasileira de Bancos, Murilo Portugal.

Bebianno é uma figura polêmica. Advogado de Bolsonaro, ele aproximou-se bastante do presidente durante sua internação após o atentado, quando passou a controlar toda sua agenda. Se não é um desafeto, tem relação conflituosa com os filhos do presidente, especialmente o deputado federal Eduardo (PSL-SP) e o vereador carioca Carlos (PSC).

Durante a transição, família e dirigente se estranharam na formação da área de comunicação do governo, que acabou ficando com um indicado por Eduardo, seu ex-assessor Floriano Barbosa. Ele foi colocado na chefia da Secretaria de Comunicação da Presidência, que foi retirada do guarda-chuva de Bebianno e transferida para o do ministro Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo).

Notícias ao Minuto Brasil

Vídeo que mostra queda de helicóptero com Boechat pode ajudar a desvendar acidente; veja

SÃO PAULO

A Polícia Civil vai analisar as imagens de câmeras de segurança da concessionária CCR para tentar desvendar o acidente que matounesta segunda-feira (11) o jornalista Ricardo Boechat, 66.

O helicóptero em que o jornalista estava com o piloto Ronaldo Quattrucci, 56, que também morreu, caiu em trecho do Rodoanel que dá acesso à rodovia Anhanguera, na zona oeste de São Paulo.

Segundo o delegado Luís Roberto Hellmeister, titular da 46ª Delegacia de Polícia (Perus), que conduz as investigações, as imagens serão enviadas pela concessionária nesta terça (12). Ele, porém, já recebeu um ofício com a descrição do conteúdo de um advogado da CCR.

O caminhão teria colidido com o helicóptero enquanto estava a cerca de 45 km/h, a cerca de 100 m da cabine de pedágio por onde passou. “Se não houvesse um caminhão ali, talvez fosse possível ter feito um pouso forçado”, diz Hellmeister.

Antes de sumir entre os viadutos, a aeronave fez uma manobra no ar, mostrando que estava sem controle, e sumiu entre os viadutos. O delegado descarta que tenha ocorrido queda livre.

Para Hellmeister, as imagens mostram que o piloto tentou realizar um pouso de emergência, pelo fato de ter seguido uma linha reta antes de cair.

O delegado diz que não é possível saber se Boechat se atirou do helicóptero antes da queda. Mas diz que considera “muito difícil” que isso tenha ocorrido por causa da dinâmica dos fatos. As câmeras da CCR não teriam captado esse momento.

A Polícia Civil ouviu, até o início da tarde desta terça (12), duas testemunhas —o motorista do caminhão que colidiu com o helicóptero e uma mulher que testemunhou o acidente. Investigadores estão em busca de novas testemunhas.

Ricardo Boechat morre em acidente de helicóptero

RESUMO DA NOTÍCIA

  • Jornalista de 66 anos voltava de uma palestra em Campinas
  • Aeronave tentou pouso forçado, mas colidiu com um caminhão
  • Às lágrimas, José Luiz Datena confirmou morte ao vivo na Band
  • Presidente Jair Bolsonaro lamentou perda: “Sempre tive respeito”
  • Boechat deixa seis filhos, de dois casamentos

O jornalista Ricardo Boechat, do Grupo Bandeirantes, morreu aos 66 anos em um acidente de helicóptero nesta segunda-feira (11), na Rodovia Anhanguera, em São Paulo. A informação foi confirmada ao vivo, na Band, pelo apresentador José Luis Datena. O piloto da aeronave, que tentava fazer um pouso de emergência quando foi atingida por um caminhão, também morreu no acidente.

“Com profundo pesar, nesses quase 50 anos de jornalismo, queria informar a vocês que o jornalista, companheiro, o maior apresentador da TV brasileira morreu no acidente de helicóptero no Rodoanel, em São Paulo”, disse Datena, sem conter o choro. Pela manhã, Boechat havia participado de um evento de um laboratório farmacêutico em Campinas e retornava para o heliponto da Band na hora da queda.

O acidente com o helicóptero envolveu também um caminhão e ocorreu por volta do meio-dia, logo abaixo do quilômetro 7 do viaduto do Rodoanel, no sentido rodovia Castelo Branco, na Grande São Paulo. Segundo o Corpo de Bombeiros, os ocupantes da aeronave morreram na hora. A Força Aérea Brasileira informou em comunicado que apura as causas do acidente.

Âncora do Jornal da Band e da BandNews FM, Boechat teve passagens pelos principais jornais do país, como “O Globo”, “O Dia”, “O Estado de S. Paulo” e “Jornal do Brasil”. Ganhou três prêmios Esso, um dos maiores reconhecimentos no jornalismo profissional, e foi o único a vencer em três categorias do Prêmio Comunique-se  (Âncora de Rádio, Colunista de Notícia e Âncora de TV). Também foi eleito o jornalista mais admirado na pesquisa do site Jornalistas&Cia em 2014, que elencou os 100 principais profissionais do mercado.

Ricardo Boechat iniciou sua carreira na década de 1970 como repórter do extinto jornal “Diário de Notícias”. Em 1983, foi para o jornal “O Globo” e quatro anos mais tarde chegou a ocupar a secretaria de Comunicação Social no governo Moreira Franco, mas voltou para o jornal da família Marinho em 1989, como editor da coluna “Swann”, que mais tarde, foi transformada em “Boechat”.

É autor do livro “Copacabana Palace – Um Hotel e sua História” (DBA, 1998), que resgatou a trajetória do hotel mais exclusivo e sofisticado do país, completando 75 anos de existência no ano da publicação.

Boechat também mantinha uma coluna semanal na revista “Isto É”. O último texto publicado, na sexta-feira (08), que levou o título “Acabou a Folia”, ele falou, entre outros assuntos, de corrupção, da dança das cadeiras com a troca de poder no Senado e da tragédia de Brumadinho.

Ele era casado pela segunda vez com Veruska Seibel, de 46 anos, desde 2005, e tinha duas filhas com ela: Valentina, 12, e Catarina, 10. Ele deixa outros quatro filhos: Bia, 40, Rafael, 38, Paula, 36, e Patricia, 29, frutos do casamento com Claudia Costa de Andrade.

Nascido em Buenos Aires, ele era filho da argentina Mercedes Carrascal, de 86 anos, que vive em Niterói desde 1956. O seu pai Dalton era diplomata e estava a serviço no país vizinho.

Não existe risco de rompimento na barragem de Itaipu

O rompimento de uma barragem de resíduos de mineração em Minas Gerais, reacendeu as discussões sobre a segurança desse tipo de estrutura no país, que somam cerca de 15 mil, de acordo com a Agência Nacional das Águas (ANA).

No caso da Itaipu, esse tema é particularmente relevante por se tratar de uma das maiores barragens do mundo; as cidades de Foz do Iguaçu e Ciudad del Este estarem localizadas nas margens do Rio Paraná, a alguns quilômetros a jusante (abaixo) da usina; e o fato de o reservatório, embora sob algumas limitações, ter papel de gestão das cheias do rio.

No desenvolvimento de suas atividades, a Itaipu leva em consideração o princípio da precaução que é aplicável a um único risco ambiental irreversível: o comprometimento da segurança física da barragem da usina. Apesar de ser improvável, a empresa é referência mundial no tema e teve atuação destacada na criação da lei 12.334/2010, que estabelece a Política Nacional de Segurança de Barragens, e de suas regulamentações, que definem uma série de mecanismos e instrumentos que são adotados voluntariamente pela Itaipu. A usina também participa ativamente do Comitê Brasileiro de Grandes Barragens (CBDB) e da Comissão Internacional de Grandes Barragens (ICOLD).

A segurança da barragem é assegurada por meio de um programa de vigilância e manutenção abrangente, sob a responsabilidade das Superintendências de Obras, Engenharia, Manutenção e Operação. A usina mantém um banco de dados com mais de 30 anos de leituras de instrumentação e todos os desenhos técnicos foram digitalizados, para permitir acesso rápido às informações. Quando possíveis problemas são identificados, estudos adicionais são conduzidos, instrumentação é adicionada, e/ou protocolos de manutenção são modificados.

A entidade conta com mais de 2.792 instrumentos para acompanhar o comportamento das estruturas de concreto e da fundação das suas barragens, além de 5.295 drenos para detectar aumento de vazão.

Os instrumentos mais importantes (cerca de 10% do total) são monitorados on-line e contam com um sistema de alerta que quando são detectadas anormalidades, profissionais especialistas são avisados para tomar as medidas necessárias. Os demais instrumentos são lidos manualmente em uma programação diária e em inspeções visuais periódicas.

A área ao redor do reservatório conta com monitoramento sísmico desde 1978, realizado por sete estações instaladas, e os resultados são analisados com o apoio da Universidade de Brasília. O acompanhamento confirmou que a área tem baixa sismicidade natural e nenhum movimento induzido pelo reservatório foi detectado.

Outra forma de monitoramento é o hidrológico, realizado por extensa rede de estações hidrometeorológicas. O objetivo é monitorar o fluxo de água em vários pontos do Rio Paraná e de seus principais afluentes a montante do reservatório, de modo a trazer maior previsibilidade, com razoável antecedência, às vazões afluentes à Itaipu, resultando em melhor gestão do nível do reservatório e, por consequência, na segurança da barragem, no gerenciamento de eventuais cheias e no planejamento e otimização da produção de energia.

Board de consultores civis

Criado em 1975, o Board é um grupo formado por especialistas de diferentes países, com notável conhecimento em engenharia de grandes barragens, contratado pela Itaipu para analisar o desempenho e aferir o grau de segurança de toda a estrutura da usina – sobretudo da barragem, por meio de inspeções técnicas e análise dos dados emitidos pelos empregados. Frequente durante as obras, a consultoria passou a ocorrer a cada quatro anos, e os profissionais ficam disponíveis para aconselhamento a qualquer momento.

A última avaliação ocorreu em novembro de 2014 e o grupo constatou que o desempenho da segurança da usina continua a ser excelente, decorridos 32 anos do primeiro enchimento do reservatório. As recomendações realizadas pelos consultores são implantadas seguindo um cronograma, sendo que várias delas já foram atendidas em 2015, como por exemplo a execução de uma inspeção visual na barragem utilizando um moderno sistema para a captura robotizada de imagens digitais, incorporando tecnologias de ponta ao atual sistema de monitoramento da Itaipu.

Plano de Ação de Emergência (PAE)

A Itaipu possui grupos gestores binacionais do Plano de Ação de Emergência (PAE), responsáveis por elaborar e manter atualizados os planos de ação para as contingências identificadas, coordenar os simulados realizados de acordo com um plano anual e treinamentos para os profissionais afetados em determinada situação de emergência. Os prestadores de serviços de empresas terceirizadas participam dos simulados e de palestras sobre segurança no início da prestação dos serviços.

A Itaipu serve como modelo para outras empresas hidrelétricas:

Representantes da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), por exemplo, já visitaram a binacional para aprender sobre seus planos de ação de emergência. A empresa conta com uma brigada de incêndio composta por 48 funcionários, que ocasionalmente responde a emergências em comunidades vizinhas já que no Paraguai, apenas a capital Assunção e a Itaipu têm brigadas profissionais, enquanto todas as outras são voluntárias. A brigada de Foz do Iguaçu foi convidada a conhecer a planta da usina para estar familiarizada, caso surja uma emergência que demande o apoio de bombeiros municipais.

No ano foram registrados dois casos de navios desconhecidos que entraram na área de segurança do reservatório, provocando ação de interceptação conjunta pela Marinha do Brasil, Polícia Federal e Segurança Corporativa.

Composição dos Grupos Gestores do PAE
Comissão Gerencial Permanente: coordena os trabalhos dos grupos.

Grupo de Análise Técnica: estabelece a necessidade de elaboração de um novo plano.

Grupo de Administração de Simulados: promove e analisa sistematicamente os exercícios simulados.

Grupo de Análise de Contingências: nove subgrupos elaboram e mantêm os planos atualizados.

Cheias do Rio Paraná

Por ser uma usina à fio d’agua, ou seja, sem capacidade sensível de variação da cota de seu reservatório, Itaipu tem reduzida capacidade de amortecimento das cheias, que desse modo são propagadas águas abaixo, seguindo seu curso natural ao longo do Rio Paraná. A empresa mantém uma Comissão de Cheia para monitorar a situação com base na afluência da água que recebe das hidrelétricas acima e chuvas localizadas sobre o reservatório da Itaipu e na sua bacia de contribuição.

Essa comissão, dentre outras atribuições, é responsável por informar, com o máximo de antecedência possível, os setores responsáveis pela divulgação da situação hidrológicas para os órgãos responsáveis no Brasil e no Paraguai, especialmente para a Defesa Civil, que efetua a evacuação de algumas áreas baixas, se houver necessidade.

Houve dois eventos de cheia no ano de 2015. O primeiro ocorreu no mês de julho, resultando na emissão de 13 boletins de alerta hidrológico para as instituições que prestam auxílio às populações ribeirinhas, incluindo a Defesa Civil dos dois países. Em novembro de 2015, houve uma nova cheia, mais persistente, que retrocedeu apenas no final de março de 2016. Choveu muito tanto a montante (acima) quanto a jusante (abaixo) da usina, aumentando o nível do Rio Iguaçu, onde ficam as Cataratas, e do Rio Paraná, onde está localizada a Itaipu. As três calhas do vertedouro foram abertas – o que não acontecia há quatro anos. Foram emitidos 72 boletins de alerta hidrológico.

Nos dois episódios houve necessidade de evacuação de moradores do bairro San Rafael, localizado no Paraguai, sendo 5 famílias durante a cheia de julho e 62 no mês de novembro. No Brasil, apenas a instalação portuária no bairro Porto Meira foi afetada.

Resultado do SISU será divulgado nesta segunda-feira

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foram encerradas às 23h59 deste domingo, 27, conforme previsto no edital. As listas de aprovados em primeira chamada nas universidades públicas participantes devem sair nesta segunda-feira, 28, no site http://sisu.mec.gov.br/.

Quem for selecionado devem verificar, junto à universidade em que for aprovado, qual o local, o horário e os documentos necessários para a matrícula — que irá ocorrer de 30 de janeiro a 4 de fevereiro.

Neste primeiro semestre, serão oferecidas 235.461 vagas em 129 instituições de todo o país.

Veja o calendário das próximas etapas do Sisu:

1ª chamada: 28 de janeiro

Matrículas da 1ª chamada: 30 de janeiro a 4 de fevereiro

Inscrição na lista de espera: 28 de janeiro a 4 de fevereiro

Convocações de outras chamadas: a partir de 7 de fevereiro

Mudanças na lista de espera

Os alunos que não foram convocados na primeira lista podem se inscrever na lista de espera, entre os dias 28 de janeiro e 4 de fevereiro. Mas, atenção: as regras de inscrição na lista de espera deste ano mudaram.

Até 2018, o candidato a uma vaga no ensino superior poderia escolher duas opções de curso e desistir da segunda opção para ficar na lista de espera da primeira.

Agora, haverá uma chamada regular e o estudante selecionado em uma das duas opções de curso desta chamada não poderá participar da lista de espera. Se ele não for selecionado, poderá ficar na lista de espera de apenas uma das suas opções de curso. As convocações de outras chamadas estão previstas para ocorrer a partir de 7 de fevereiro.

Segundo o MEC, a mudança na lista de espera é para permitir “maior liberdade de escolha para os estudantes não selecionados na chamada regular dos processos seletivos do Sisu.”

A expectativa é que se reduza o tempo de convocação das listas de espera e que todos os estudantes estejam matriculados antes do período letivo. De acordo com a pasta, as mudanças poderão ajudar a diminuir a ociosidade das vagas.

Bolsonaro passa por cirurgia na manhã de hoje em São Paulo

A cirurgia de retirada da bolsa de colostomia e de reconstrução do trânsito intestinal do presidente Jair Bolsonaro começou às 6h30 de hoje (28). A operação é feita no centro cirúrgico do Hospital Israelita Abert Einstein, na capital paulista, onde o presidente deu entrada no sábado (26).

Há quatro meses, desde o ataque a facadas em Juiz de Fora, Minas Gerais, Bolsonaro utiliza a bolsa em seu corpo. No ano passado, ele passou por outras duas cirurgias de emergência.

O porta-voz da presidência, general Otávio Santana do Rêgo Barros, concederá entrevista ao meio-dia para divulgar o estado de saúde do presidente. Além do porta-voz, estão no hospital o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, a esposa Michele Bolsonaro e os filhos Carlos Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro.

Passadas 48 horas da cirurgia, Bolsonaro voltará ao trabalho, no hospital, onde deve ficar 10 dias em recuperação. O hospital organizou um espaço para o presidente despachar.

A equipe responsável pelo procedimento é o cirurgião Antônio Luiz Macedo, o cardiologista Leandro Echenique e o superintendente Miguel Cendoroglo.

Prioridade é procurar sobreviventes, diz delegação israelense

O chefe da delegação de Israel que chegou a Brumadinho (MG) após o rompimento da barragem da mineradora Vale, coronel Golan Vach, disse hoje (28) que a prioridade, neste primeiro momento, é encontrar sobreviventes. O plano é utilizar tecnologia israelense para detectar sinais de aparelhos celulares que permanecem ligados quase quatro dias após a tragédia.

Durante coletiva de imprensa, Vach explicou que a equipe sobrevoou  nas primeiras horas da manhã. a área onde os rejeitos foram derramados. Após o reconhecimento da região, segundo ele, a delegação terá uma noção completa do que precisa ser feito. Os primeiros homens da comitiva já chegaram às margens do Rio Paraopeba, onde o trabalho com radares será feito.

O coronel elogiou o trabalho das forças brasileiras que trabalham quase que de forma ininterrupta desde a tarde da última sexta-feira (25). “Eles trabalham em um local muito complicado e muito perigoso.” Em um segundo momento, sonares israelenses serão utilizados na localização de corpos que permanecem submersos nos rejeitos. A tecnologia é capaz de localizar corpos que estão entre 3 e 4 metros abaixo da lama.

Governador

Após a chegada da comitiva israelense a Brumadinho, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que a tecnologia estrangeira deve aumentar a possibilidade de encontrar sobreviventes no local da tragédia, além de dar mais agilidade na recuperação de corpos. “O que, de certa forma, vai amenizar e muito a angústia que as famílias dessas vítimas têm passado”, destacou.

Zema reforçou que, neste momento, não há necessidade de envio de donativos e que a grande preocupação de todos que estão no local é localizar sobreviventes e vítimas. “Sou muito grato ao nosso pessoal, que tem se empenhado muito. Polícia militar, polícia civil, corpo de bombeiros têm feito o possível e o impossível. E, a partir de hoje, somando as forças de Israel, com toda certeza esse trabalho vai melhorar e vai ser agilizado”, concluiu.

 

Morre o apresentador e deputado Wagner Montes aos 64 anos

O apresentador e deputado estadual (PRB/RJ) Wagner Montes morreu neste sábado (26), aos 64 anos.

Wagner morreu às 11h30, devido a um choque séptico e sepse abdomnial, segundo informações divulgadas por sua equipe de comunicação via Twitter. Wagner Montes estava internado há dois dias no hospital Barra D’Or.

Ele era casado com a também apresentadora Sonia Lima e muito conhecido pelo bordão “Escrachaaaa”, para denunciar crimes.

Em novembro de 2018, o deputado estadual já havia sido internado no Hospital Barra D’Or, com um quadro de infecção urinária. Montes teve um infarto ao entrar em um avião em Foz do Iguaçu, em 13/11, e foi retirado da aeronava.

O apresentador foi atendido em um hospital na cdade, mas foi liberado para seguir tratatamento no Rio de Janeiro, onde foi internado para tratar uma infecção urinária.

Natural de Duque de Caxias, Wagner Montes era advogado, deputado estadual (PRB/RJ) e apresentador. Iniciou sua carreira em 1974, na rádio Tupi.

Em 1981, Wagner Montes sofreu um acidente de triciclo e teve de amputar a perna direita.

Como apresentador, ganhou fama no programa ‘Aqui Agora’, que apresentou na extinta TV Tupi, em 1989. Atualmente, ele trabalhava como apresentador do ‘Balanço Geral’ da Record TV, no Rio de Janeiro.

A saúde de Wagner Montes estava fragilizada. Em 2017, chegou a ficar afastado por causa de uma arritmia cardíaca. Passou 48 dias internado, 37 deles na UTI.

A causa da morte não foi divulgada.

A Record TV divulgou nota de pesar pela morte do apresentador. Veja a íntegra.

“A Record TV lamenta o falecimento do nosso querido amigo e apresentador Wagner Montes neste sábado, 26 de janeiro de 2019.Conhecido pela irreverência e luta social que marcou seu trabalho ao longo de 35 anos como jornalista de TV, Wagner Montes foi um campeão de audiência e um dos apresentadores de maior sucesso na televisão brasileira. Expressamos nossas condolências aos familiares, amigos e admiradores do trabalho deste profissional que ajudou a escrever a história da televisão brasileira.”

Bolsonaro fala em ‘cobrar justiça’ após sobrevoar Brumadinho

O presidente Jair Bolsonaro usou o Twitter neste sábado (26) para se manifestar após sobrevoar as áreas atingidas pelo rompimento de uma barragem de rejeitos de minérios em Brumadinho (MG).

Bolsonaro disse que é difícil “não se emocionar” diante do cenário. Ele acrescentou que o governo fará tudo o que estiver ao alcance “para tender as vítimas, minimizar danos, apurar os fatos, cobrar justiça e prevenir novas tragédias”, citando também o caso de Mariana, também em Minas Gerais, há pouco mais de três anos.

O avião presidencial decolou de Brasília às 8h30 e pousou em Belo Horizonte cerca de uma hora depois. De helicóptero, Bolsonaro, ministros e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sobrevoaram a região atingida pela lama que vazou da barragem da mineradora Vale.

O número de desaparecidos após o rompimento da barragem em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte, na tarde desta sexta-feira (25), caiu para 299. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, 46 pessoas foram encontradas e encaminhadas para unidades de saúde.

Até o momento, o Corpo de Bombeiros confirma nove vítimas fatais retiradas dos rejeitos.

Dos 345 desaparecidos, 46 foram encontrados e encaminhados para unidades de saúde. Permanecem desaparecidas 299 pessoas e 9 vítimas fatais foram retiradas dos rejeitos. 86 famílias estão cadastradas em zonas de alto salvamento (treinamento em ponto alto para serem socorridas). Destas 86 famílias, duas foram contatadas e resgatadas. As demais, permanecem aguardando, devido à ausência de energia elétrica, sinal de telefonia e internet, que dificultam a localização exata das vítimas.”

 

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