Enio Manoel

Ratinho Jr acompanha troca de comando na PM e anuncia novidades na segurança

O governador Carlos Massa Ratinho Junior afirmou nesta terça-feira (08 de janeiro) que a segurança pública será área prioritária de sua gestão. Ele participou da solenidade de troca de comando da Polícia Militar do Paraná, na Academia Policial Militar do Guatupê, em São José dos Pinhais, e confirmou novos programas para a área. O foco será a integração das forças de segurança e investimento em planejamento e inteligência. O coronel Péricles de Matos assumiu o comando-geral da PM, no lugar da coronel Audilene Dias Rocha.

Ratinho Junior confirmou a criação da Cidade da Polícia. Este espaço vai integrar as forças de segurança das três esferas de governo, incluindo desde guardas municipais até as polícias rodoviárias Estadual e Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal e o Exército. Outros programas destacados foram o Escola Segura, para reforçar a segurança ao redor das escolas com policiais que hoje estão na reserva, e os projetos Muralha e Olho Vivo, com foco na tecnologia e capacitação dos policiais.

“Vamos trabalhar com inteligência, com cada uma das forças de segurança respeitando a sua seara e sua missão, mas de forma integrada, planejando a segurança pública de forma constante no Paraná”, disse o governador. “A ideia é criar um modelo que possa unificar o trabalho das polícias, em especial na área de planejamento e inteligência. As forças de segurança terão que conversar e pensar estratégias constantemente”, afirmou.

O secretário de Estado da Segurança Pública, general Luiz Felipe Carbonell, explicou que todos os projetos estão em fase de estudo para implantação. “A Cidade da Polícia, por exemplo, está sendo dimensionada. A concepção é que teremos um local especificamente voltado para a segurança pública, com a integração de todas as forças do Estado e ligação com as forças nacionais”, disse.

Coronel Péricles de Matos e a coronel Audilene Dias Rocha

OUTRAS MEDIDAS – A região de fronteira também terá atenção especial, ressaltou o governador, citando o projeto Muralha. “A proposta é criar toda uma estratégia para defender as fronteiras e evitar o contrabando e o tráfico de armas, drogas e cigarro. Teremos uma política de fronteira muito bem estabelecida”, disse.

O governador também citou medidas para a redução de custos na área de segurança, como a revisão de contratos de aluguéis, retorno para as ruas de cerca de 30% dos policiais que atuavam na Casa Militar.

TROCA DE COMANDO – O novo comandante-geral da Polícia Militar do Paraná, coronel Péricles de Matos, afirmou que os policiais serão valorizados e atuarão de forma mais próxima dos cidadãos. “Será uma polícia de proximidade, que leva soluções para as comunidades, com uma mudança na forma de preparar o policial e, principalmente, com respeito ao profissional”, afirmou.

De acordo com ele, a valorização dos profissionais inclui uma polícia melhor equipada. “A determinação do governo é trabalhar com o emprego de tecnologia, de equipamentos, na produção de inteligência policial e, principalmente, uma polícia que respeite os direitos do cidadão em primeiro lugar e tenha um alto índice de eficácia e eficiente”, disse.

Primeira mulher a comandar a Polícia Militar do Paraná, a coronel Audilene Dias Rocha destacou as conquistas dos últimos meses. “Tivemos o melhor resultado dos últimos anos nos índices de criminalidade e violência. Com relação aos recursos humanos, tivemos a aquisição de viaturas para diversos comandos e batalhões, forma resolvidos problemas de fardamento e dos coletes balísticos”, disse. “Embora curta, foi uma gestão com muitos avanços”, afirmou.

CURRÍCULO – Natural de Irati, no Centro-Sul do Estado, o coronel Péricles de Matos ingressou na Polícia Militar como cadete em 1986. Foi declarado aspirante a oficial em 1988 e depois de uma carreira de promoções contínuas, foi promovido ao posto de coronel, por merecimento, em abril de 2012.

Foi comandante do Comando de Operações Especiais (COE). Comandante da 5ª. Companhia do 17º. BPM em Almirante Tamandaré. Comandante do 16º Batalhão da Polícia Militar (BPM), em Guarapuava. Comandante do 19º. BPM em Toledo. Comandante do 6º Comando Regional da Polícia Militar (CRPM) em São José dos Pinhais, e foi sub-comandante geral da Polícia Militar. É o atual comandante do 1º. CRPM em Curitiba.

O coronel Péricles é formado no Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR) do Exército, na Escola de Formação de Oficias da Academia Policial Militar do Guatupê da Polícia Militar do Paraná e em Direito pela PUCPR, além de ter feito diversos cursos de capacitação no Brasil, Espanha e Estados Unidos.

Brasileiro não consegue pagar gastos de início do ano com o que ganha

Apenas 9% dos brasileiros dizem que têm condições de pagar as despesas sazonais do início do ano com o próprio rendimento, mostra levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O levantamento considera despesas como o pagamento dos impostos Predial e Territorial Urbano (IPTU) e sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e do material escolar.

De acordo com a pesquisa, 11% dos entrevistados não fizeram planejamento financeiro para pagar tais compromissos neste início de ano. Foram entrevistadas 804 pessoas de ambos os sexos e acima de 18 anos, de todas as classes sociais, em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%.

Cresceu, por outro lado, o percentual de consumidores (21%, em 2017, para 31% em 2018) que juntaram dinheiro ao longo do ano passado para arcar com essas despesas típicas deste período. Um terço dos entrevistados disse ter guardado ao menos uma parte do13º salário para cobrir esses gastos, enquanto 24% abriram mão das compras de natal para economizar.

O levantamento aponta ainda que 19% fizeram algum bico ou trabalho extra para aumentar a renda e honrar esses compromissos.

Simulação

Para saber a melhor forma de pagar os impostos do início do ano, à vista com desconto ou parcelado, a CNDL e o SPC fizeram uma simulação. As entidades destacam que, para saber o que é mais vantajoso, é preciso avaliar se o desconto oferecido é maior do que o valor que esse dinheiro renderia caso estivesse em alguma aplicação financeira de fácil resgate. Cada estado e município têm regras próprias.

A simulação mostra que, no caso do IPVA, em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, onde o imposto pode ser dividido em até três pagamentos, a quitação à vista tende a ser mais vantajosa. O desconto oferecido é de 3%.

Considerando um valor hipotético de R$ 1.200, o desconto resultaria em um abatimento de R$ 36 se fosse pago de uma única vez. Se a escolha fosse investir o valor do IPVA e sacar as parcelas a cada vencimento, o rendimento final seria de R$ 6, considerando uma aplicação com juros de 0,5% ao mês, equivalente a investimentos de renda fixa.

Piloto da aeronave presidencial foi 1ª mulher no Esquadrão Escorpião

O Airbus A-319, utilizado pelo presidente Jair Bolsonaro, é pilotado há dois anos pelo capitão aviador da Força Aérea Brasileira (FAB) Carla Borges. Na sua conta no Twitter, Bolsonaro destacou a informação de que a militar foi a primeira mulher a integrar o Esquadrão Escorpião (1º/3º GAV), em Boa Vista, em Roraima, que emprega o A-29 Super Tucano na defesa das fronteiras.

A capitão está no posto desde dezembro de 2016 e foi escolhida pelo conselho operacional da Força Aérea Brasileira (FAB), composto por três chefes de esquadrões. Segundo a FAB, Carla Borges foi a primeira mulher a chegar à primeira linha da aviação de caça. Em 2011 realizou o voo solo no A-1, avião de caça usado em missões de ataque ao solo.

O grupo de pilotos que integra o quadro de tripulantes dessa unidade da FAB é seleto. Para ingressarem, os pilotos são submetidos a um conselho operacional em que participam os chefes dos esquadrões (são três) e das seções envolvidas.

Em 1982, quando a FAB recebeu a primeira turma feminina, as mulheres eram exceção. Depois, elas passaram a ocupar os mais distintos postos – das cabines de aeronaves de combate ao comando de uma organização militar.

Em 2016, a então capitão aviador Joyce de Souza Conceição foi a primeira piloto brasileira a pousar no continente antártico. A capitão Adriana Gonçalves é também piloto operacional da maior aeronave em operação atualmente na FAB, o Boeing 767, e participou de missões internacionais da FAB, como o transporte de tropas para o Haiti.

Procura por Nota do Produtor Rural tem sido intensa nos últimos dias em Guaíra

Guaíra tem um economia baseada na agricultura e os meses de plantio e colheita sempre dinamizam o cotidiano da cidade.

Esse ano a colheita do soja adiantou devido as intempéries do tempo, a falta e chuva ocorrida em novembro e principalmente dezembro. Com a seca a colheita iniciou ainda no fim de 2018 e segue a todo vapor nessas primeiras semanas de janeiro.

Com isso a procura pela nota do produtor tem sido intenso no Paço Municipal. O documento é obrigatório para acompanhar a produção agropecuária nas operações efetuadas pelo produtor, seja venda ou transporte e também serve para comprovar a atividade rural junto ao INSS.

Sendo assim, mesmo com o decreto de recesso nos dias 27 e 28 de dezembro para servidores municipais, a prefeitura não deixou de atender os produtores que precisaram retirar a nota no período. Cerca de cem produtores tem sido atendidos por dia no Paço Municipal. Para facilitar o atendimento, está sendo disponibilizados senhas, além de um bom café para amenizar o tempo de espera.

‘Paraguai é terra da impunidade’: a entrevista de Marcelo Piloto antes de matar mulher na cadeia

Ernesto Londoño

Em Assunção (Paraguai)

Antes de ser autorizado a entrar na cela de prisão de um famoso barão da droga no Paraguai, preparei-me para uma revista corporal intrusiva. Mas o guarda magro parado em frente às grades mal me tocou, passando rapidamente as mãos por meus braços e minhas costas.

Eu estava na prisão para entrevistar Marcelo Pinheiro Veiga, que havia recorrido a uma jogada audaciosa para não ser extraditado para seu país natal, o Brasil: confessou uma série de crimes que cometeu no Paraguai.

Depois da revista negligente, entrei na pequena cela e me sentei a cerca de 30 centímetros de Veiga, perto o suficiente para notar que seu hálito estava fresco.

“O Paraguai é a terra da impunidade”, disse-me Veiga depois de descrever a longa carreira criminosa que o fez tornar-se um dos maiores contrabandistas de armas e drogas do Paraguai para o Brasil.

Horas depois, era difícil não interpretar essas palavras como um banho de sangue antecipado.

Logo depois que saí da cela de Veiga, em 17 de novembro, Lidia Meza Burgos, 18, foi levada para dentro, segundo policiais paraguaios. Com a simples faca de mesa que ele usava para comer, Veiga a apunhalou 17 vezes no pescoço, no peito e nas costas, matando-a.

As autoridades paraguaias acreditam que o assassinato foi uma escalada macabra na aposta do traficante para continuar sob sua custódia e evitar as condições de detenção mais duras que enfrentaria no Brasil.

Como um ex-repórter criminal e correspondente de guerra, entrevistei muitos homens violentos. Mas esse episódio me abalou como nunca antes.

Desde aquele dia, passei muitas horas reescutando trechos de minha conversa com Veiga, em busca de um sinal do que estava por vir.

Pensei incessantemente em Meza, e a terrível decisão que ela deve ter enfrentado sobre se deveria entrar no território de um homem responsável por tantos crimes monstruosos.

Também me vi refletindo sobre a indústria de narcóticos, uma praga que projeta uma sombra sobre minha vida desde a infância.

Nasci em Bogotá, na Colômbia, em 1981, década em que Pablo Escobar e outros barões da droga começaram a escrever um capítulo destrutivo da história do país.

Quando criança, fiquei entusiasmado quando meus pais levaram a família ao zoológico construído por Escobar na Hacienda Nápoles, sua grande propriedade perto de Medellín, onde hipopótamos, girafas e elefantes ajudavam a atenuar a imagem de um homem que matou dezenas de pessoas e envenenou a política do país de maneiras que perduram até hoje.

Como adulto, eu temia apresentar meu passaporte nos aeroportos do exterior. Por muito tempo ele pareceu carregar um símbolo de cocaína que me submetia, e a muitos de meus compatriotas, a temíveis salas de inspeção, onde as pessoas são obrigadas a demonstrar que não representam os piores estereótipos de seus países.

Das muitas correntes no comércio de drogas, os principais traficantes sempre foram os mais enigmáticos para mim. Muitos, notadamente Escobar, foram celebrados em filmes e séries de TV nos últimos anos.

Mas é relativamente raro questionar os chefões contemporâneos do tráfico, homens que dão as ordens mesmo atrás das grades. Homens como Veiga.

Ele parecia a fonte ideal para um artigo que eu estava escrevendo sobre como a violência do comércio de drogas no Brasil superou a do Paraguai, e fiquei contente quando o advogado dele arranjou o encontro.

Veiga parecia bem disposto quando me recebeu, usando a camisa de futebol amarela que a seleção brasileira transformou em símbolo de patriotismo. Sua cela era equipada com televisão, geladeira e micro-ondas.

Começamos a falar sobre o Rio de Janeiro, onde Veiga foi criado, e onde eu vivo desde 2017. Ele foi criado por pais que descreveu como sendo de classe média baixa em uma favela, uma das constelações de bairros pobres construídos nos morros da cidade.

Com 43 anos, Veiga disse que começou no crime em meados dos anos 1990, quando um grupo de vizinhos o convidou para participar do furto de carros.

“Eu queria aventura”, disse ele, deixando claro que sua família, embora com meios modestos, nunca passou necessidade.

A aventura durou pouco. Veiga foi preso em 1997 e condenado a 26 anos de prisão, por assalto a mão armada e outros crimes. Seus primeiros dias na cadeia foram talvez os mais formadores de sua carreira, segundo ele me disse.

Servindo ao lado de assassinos condenados, ele rapidamente concluiu que sobreviver na prisão exigia forjar alianças estratégicas.

“Eu era um simples ladrão de carros”, disse ele. “Precisava assumir uma postura que mostrasse que eu não era fraco.”

Isso significava forjar laços com alguns dos fundadores do Comando Vermelho, a organização de tráfico de drogas que controla grande parte do mercado no Rio de Janeiro.

Dez anos depois de condenado, Veiga adquiriu o direito de saídas temporárias da prisão. Ele fugiu na primeira oportunidade, em 2007.

Os relacionamentos que fez na prisão abriram caminho para que assumisse diversos papéis de liderança em pontos chaves do Comando Vermelho. Em 2012, enquanto as autoridades avançavam num plano ambicioso para restaurar o controle do Estado em áreas do Rio há muito dominadas por traficantes, Veiga se sentiu exposto e decidiu que estava na hora de uma grande jogada.

“Vim para o Paraguai”, disse ele, sua “única opção.”

No início ele se estabeleceu em Ciudad del Este, uma pujante cidade de fronteira que é uma das mecas do contrabando mundial.

Durante a maior parte de seu tempo aqui, o Paraguai foi uma terra maravilhosa para o crime, segundo Veiga. As propinas a policiais graduados eram tão comuns que as taxas para comandantes de diferentes patentes eram basicamente institucionalizadas.

Veiga disse que pagou a um policial graduado US$ 100 mil como adiantamento para estabelecer a confiança. O mesmo oficial ganhava US$ 5.000 por mês e seus subordinados, US$ 2.000.

Em troca, Veiga era avisado toda vez que as autoridades estavam perto de prendê-lo, permitindo que ele estivesse sempre um passo à frente enquanto organizava remessas de cocaína e armas por meio da fronteira.

Mas depois que a Agência de Combate a Drogas dos EUA (DEA) compartilhou sua localização com autoridades do Paraguai ele foi preso, em dezembro de 2017.

Veiga descreveu suas façanhas com um marcante sentimento de orgulho. Eu lhe perguntei se sentia alguma responsabilidade pela epidemia de violência que assola o Brasil, onde no ano passado houve um número recorde de assassinatos: 63 mil pessoas.

“Eu não quero ver mortes”, disse ele. “Não sinto satisfação com a morte. Mas infelizmente nesta guerra essas coisas acontecem.”

Quando a entrevista terminava, não vi sinal do que as autoridades disseram que aconteceu depois.

Pouco depois que saí da cadeia fortemente protegida, Meza foi deixada na entrada.

Veiga disse que a havia contatado pela primeira vez semanas antes, acessando um site paraguaio que publica anúncios de prostitutas, segundo Hugo Volpe, um dos promotores que investiga a morte.

O advogado Cesar Caballero, que representa a família Meza, disse que a adolescente foi recrutada por uma rede de prostituição meses antes, enquanto trabalhava como vendedora em um mercado no centro de Assunção.

Volpe disse que o ataque fatal foi claramente motivado por um desejo de Veiga de retardar sua extradição para o Brasil, onde o sistema carcerário é mais difícil de enganar.

Mas horas depois do crime Veiga foi levado de avião para o Brasil, para enfrentar o restante de sua pena de 26 anos, e os promotores paraguaios estão formando um caso que esperam que permita que seus colegas brasileiros o condenem pelo assassinato de Meza.

“Isso não trará Lidia de volta ou diminuirá o sofrimento da família”, disse Volpe. “Mas se não agíssemos a sensação de impunidade seria pior.”

Em Assunção (Paraguai)

Ministério aguarda pedidos de transferência de presos do Ceará

Notícias ao Minuto Brasil

Após disponibilizar 20 vagas em presídios federais de segurança máxima para líderes de facções criminosas atuantes no Ceará, o Ministério da Justiça e Segurança Pública aguarda a chegada da maioria dos pedidos de transferência. Até a tarde dessa segunda-feira (7) deu entrada no Departamento Penitenciário Nacional (Depen) apenas uma solicitação, já autorizada pela Justiça – o nome e o grupo a que pertence não foram divulgados.

O processo de transferências de presos não é instantâneo. Depende de uma decisão da Justiça Federal. O pedido pode partir das autoridades administrativas locais, do próprio preso ou do Ministério Público, e há um prazo de cinco dias para manifestação destas três partes e do Depen, antes de uma decisão.

Em casos de extrema necessidade, o juiz federal pode autorizar a imediata transferência do preso – e só depois, após ouvir as partes, decidir pela manutenção ou revogação da medida adotada. A transferência pode ser feita tanto atendendo ao interesse do Estado quanto do próprio preso, caso se sinta ameaçado. Todas essas regras estão descritas na Lei 11.671/2008.

O secretário de Segurança Pública do Ceará, André Costa, disse ao jornal O Estado de S. Paulo que novos pedidos de transferência chegarão ao ministério nesta semana. “Enquanto não pararem esses ataques haverá mais vagas disponibilizadas e transferências feitas”, afirmou.

Embora tenham sido disponibilizadas 20 vagas, segundo uma fonte no ministério, há disponibilidade de o ministério abrir até 300 vagas, se necessário.

Questionada sobre as transferências, a assessoria de imprensa do Ministério da Justiça e Segurança Pública disse que não pode prestar informações a respeito por questões de segurança. Com informações do Estadão Conteúdo.

Criticando juíza, Moro e Bolsonaro, Lula entrega defesa sobre sítio

Notícias ao Minuto Brasil

Adefesa do ex-presidente Lula entregou na noite desta segunda-feira (7) as alegações finais na ação penal do sítio de Atibaia (SP), em que é acusado de corrupção e lavagem.

Os advogados pedem a absolvição e criticam o ex-juiz Sergio Moro, a atual juíza responsável, Gabriela Hardt, e o presidente Jair Bolsonaro (PSL).

A entrega desse documento é a última fase antes da publicação da sentença por Hardt no caso.

Os advogados produziram um documento de 1.634 páginas e 23 documentos anexos.

Um dos principais argumentos da defesa é a suposta parcialidade de Moro, que comandou o caso até novembro, quando deixou a magistratura para ser ministro da Justiça de Bolsonaro.

A defesa, comandada pelo advogado Cristiano Zanin, voltou a afirmar que o ex-presidente é vítima de “lawfare” -uso de instrumentos jurídicos para perseguição política.

Cita ataques de Bolsonaro a Lula ao longo da campanha eleitoral, como a declaração de que iria “fuzilar a petralhada”, para reforçar a contestação à nomeação de Moro para o governo.

“A pessoa que aceitou comandar o ‘Ministério da Justiça ampliado’ do presidente eleito -o mesmo que afirmou que o defendente [Lula] irá ‘apodrecer na cadeia’ e que seus aliados serão presos se não deixarem o país e o juiz que tomou diversas medidas ilegais e arbitrárias contra o defendente com o objetivo de promover o desgaste da sua imagem”, diz trecho do documento.

Lula está preso em Curitiba desde abril em decorrência de condenação em outro processo da Lava Jato, sobre o tríplex em Guarujá (SP) reformado pela OAS. Com informações da Folhapress.

“Moça da água” rouba cena de famosos no Globo de Ouro e faz a alegria da web

O Globo de Ouro de 2019 já criou uma nova celebridade: a “moça da água”, uma morena que roubou a cena ao aparecer no fundo de várias fotos de famosos no tapete vermelho da premiação.

Stefanie Keenan/Getty Images for FIJI Water
A “moça da água” do Globo de Ouro atacou novamente atrás da atriz Lucy Boynton, de “Bohemian Rhapsody”Imagem: Stefanie Keenan/Getty Images for FIJI Water

Segurando uma bandeja cheia de garrafinhas de água, a jovem, uma modelo canadense chamada Kelleth Cuthbert, se posiciona estrategicamente atrás dos famosos e, às vezes, olha diretamente para a câmera, dando um sorriso tímido.

Mas não pense que a ação é espontânea: a moça em questão carrega as garrafas da Fiji, que é a “água oficial” do Globo de Ouro desde 2015. E as fotos em que ela aparece como “Fiji girl” foram divulgadas pela agência Getty Images com o crédito “Getty Images for Fiji Water”.

De acordo com seu site pessoal, a modelo de 1,75m trabalhou com várias agências nos Estados Unidos e no Canadá, incluindo Wilhelmina em Los Angeles, Heffner em Seattle, Donna Baldwin em Denver, Key em Vancouver e Plutino em Toronto.

No Instagram, ela publicou uma foto no tapete vermelho do Globo de Ouro. “Não é a pior maneira de se passar um domingo”, escreveu ela.

Em uma entrevista recente para um site de Toronto, sua cidade natal, Kelleth falou sobre o papel das redes sociais na sua carreira. “Instagram é o que você faz dele. Você precisa dele para conseguir empregos agora, especialmente em Los Angeles. Quando você vai a castings, muitos clientes querem saber quantos seguidores no Instagram você tem. É uma triste realidade porque não se trata apenas de suas habilidades de modelagem”, disse ela, que até o momento tem mais de 80 mil seguidores em sua conta, número inflado após sua aparição no evento.

Kelleth é casada com o fotógrafo Christopher Von Steinbach desde 2011 e, juntos, os dois adotaram um cachorro chihuahua chamado Pablo. Eles moram em Los Angeles.

Uma coisa é certa: a “moça da água” com certeza se divertiu mais do que muitos convidados do Globo de Ouro — e, de quebra, fez a alegria da web.

Veja as reações:

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Pedestres e ciclistas poderão ser multados, mas órgãos ainda não sabem como

A partir do dia 1º de março está previsto para entrar em vigor a resolução 706 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que estipula a aplicação de multas a pedestres e ciclistas que cometam infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), como atravessar a rua fora da faixa de segurança ou conduzir a bicicleta em local onde é proibida a circulação deste tipo de veículo.

Faltando menos de dois meses para a resolução vigorar, contudo, os órgãos de trânsito ainda não sabem como colocar a medida em prática. A penalização, inclusive, já deveria ter começado a valer no ano passado, mas acabou sendo adiada para que esses mesmos órgãos tivessem tempo para estruturar a fiscalização.

O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) informou por meio de sua assessoria de imprensa não saber ainda como será aplicada a regulamentação. “Saiu a legislação, mas não tem regulamentação, como vai funcionar. Então não temos como nos pronunciar sobre como vai funcionar em cada município, já que não se sabe se é o Detran ou a polícia que vai fazer essa fiscalização. Estamos esperando mais informações para saber como o Detran vai se posicionar”.

De acordo com o Ministério da Cidades, pasta a qual está vinculado o Contran, a fiscalização ficará a cargo do órgão que tem circunscrição sobre a via. Não foi detalhado, porém, como será feita essa fiscalização.

Por ora, o que se sabe é que, constatada a infração pela autoridade de trânsito competente, na autuação deverá ser registrado o nome completo e número de documento do infrator e, quando possível, endereço e número de CPF. Quando o autuado for um ciclista, deverão ser anotadas informações sobre a bicicleta, como a marca e o modelo.

Quais são as infrações previstas na lei?

A penalização de ciclistas e pedestres já é prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) desde 1997, mas ainda não vigora por falta de regulamentação.

No artigo 254 do CTB, por exemplo, consta que o pedestre pode ser autuado caso cruze pistas em viadutos, pontes, ou túneis, salvo onde existir permissão. Também comete infração quem atravessar vias dentro das áreas de cruzamento, exceto se houver sinalização para esse fim, e quem utilizar a via em agrupamentos capazes de perturbar o trânsito.

No caso do ciclista, o artigo 255 determina que é considerada infração conduzir bicicleta em passeios onde não seja permitida sua circulação ou de forma agressiva. De acordo com o código, o ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos e deveres.

(Bem Paraná)

Estudo põe 12 brasileiros entre os 100 jogadores mais valiosos do mundo

OCies (Centro Internacional de Estudos do Futebol, em inglês) divulgou nesta segunda-feira (7) um estudo com os 100 jogadores mais valiosos atuando nas cinco grandes ligas da Europa (Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha e França). Entre eles, 12 são brasileiros.

O ranking foi elaborado pelo Observatório do Futebol, um grupo de estudo do Cies. Entre os jogadores que valem mais de € 100 milhões (R$ 425 milhões), o Brasil é o país que tem mais representantes: seis, contra cinco da Inglaterra e dois de Argentina, Portugal e Bélgica.

O brasileiro mais bem colocado da lista é Neymar, que ocupa a terceira posição com o valor de € 197,1 mi (R$ 837,5 mi). O camisa 10 do Paris Saint-Germain fica atrás do francês Kylian Mbappé, do PSG (€ 218,5 mi), e do inglês Harry Kane, do Tottenham (€ 200,3 mi).

Entre os demais brasileiros, Philippe Coutinho é o 9º, com Roberto Firmino em 13º e Gabriel Jesus em 15º. Curiosamente, Lionel Messi é apenas o 7º (€ 171,2 mi), enquanto Cristiano Ronaldo ocupa a modesta 19º colocação (€ 127,2 mi).Confira a lista dos mais valiosos (em milhões de euros):

1. Kylian Mbappé (FRA/Paris Saint-Germain): 218,52. Harry Kane (ING/Tottenham): 200,33. Neymar (BRA/Paris Saint-Germain): 197,14. Raheem Sterling (ING/Manchester City): 185,85. Mohamed Salah (EGI/Liverpool): 184,36. Paulo Dybala (ARG/Juventus): 171,97. Lionel Messi (ARG/Barcelona): 171,28. Romelu Lukaku (BEL/Manchester United): 162,09. Philippe Coutinho (BRA/Barcelona): 157,010. Leroy Sané (ALE/Manchester City): 156,113. Roberto Firmino (BRA/Liverpool): 145,615. Gabriel Jesus (BRA/Manchester City): 134,624. Alisson Becker (BRA/Liverpool): 105,627. Ederson (BRA/Manchester City): 100,138. Fabinho (BRA/Liverpool): 86,553. Richarlison (BRA/Everton): 76,285. Marquinhos (BRA/Paris Saint-Germain): 61,389. Allan (BRA/Napoli): 58,894. Alex Sandro (BRA/Juventus): 57,996. Felipe Anderson (BRA/West Ham): 56,9

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