Enio Manoel

Homem cai de ‘trenzinho’ e tem cabeça atingida por veículo

Um passeio de trenzinho em Prudentópolis acabou com um acidente trágico na noite deste domingo (29). De acordo com o portal local Nossa Gente, o veículo que levava crianças da cidade para um passeio pelas ruas centrais, cruzava a Avenida São João e a rua Coronel João Pedro Martins, quando um homem que estava no trenzinho caiu. Após a queda, o veículo teria passado em cima de sua cabeça.

Ainda segundo o portal Nossa Gente, a empresa responsável pelo passeio é da cidade de Ponta Grossa. Uma equipe do Corpo de Bombeiros esteve no local, mas o homem já havia entrado em óbito. A Polícia Militar também compareceu e realizou o isolamento até a chegada do Instituto Médico Legal (IML).

As informações não indicam se a vítima era passageiro ou funcionário da empresa. A identidade do homem ainda não foi divulgada oficialmente. O corpo deve ser liberado nas próximas horas pelo IML de Guarapuava.

O texto é do site REDE SUL.

Três pessoas da mesma família ficam feridas em capotamento na PR-323

Um acidente de trânsito no início da noite do domingo deixou três pessoas feridas na rodovia PR-323.

Segundo o Corpo de Bombeiros de Umuarama, por volta das 18h50, uma equipe foi deslocada até as proximidades do auto Posto Gauchão, onde um veículo Vectra havia se envolvido num capotamento e colidido contra um poste de iluminação pública instalado no canteiro central.

Quando as equipes chegaram ao local, se depararam com três vítimas, sendo que uma delas, uma mulher de 47 anos que sofreu ferimentos moderados numa das mãos, tórax e costela. Esta era passageira do carro conduzido pelo marido, de 66 anos, que também sofreu ferimentos leves, mas recusou atendimento. O outro ferido é o filho de 17 anos do motorista, que também foi levado ao hospital Uopeccan (bem como sua mãe) por uma ambulância do Samu. O garoto sofreu ferimentos leves.

O motorista relatou que quando seguia no sentido a Havan, teria sido fechado por um veículo desconhecido que se evadiu do local. Por conta do susto, teria perdido o controle da direção de seu veículo e saído da pista de rolamento, vindo a capotar seu carro, que teve danos de grande monta.


Parcianello agora é vice

Após deixar a secretaria de Cultura e Esportes de Cascavel para ficar a disposição do MDB, Walter Parcianello tende a deixar de lado a candidatura a deputado estadual já alinhada em convenção estadual. Agora, o cascavelense aparece como o mais novo propenso a ser vice-candidato a governador do Paraná, ao lado de João Arruda, deputado federal, 42 anos, sobrinho de Roberto Requião.

Se por um lado os demais partidos já estão praticamente alinhados – embora tenham até 5 de agosto para definir as candidaturas – o MDB aparece como uma “caixinha de surpresas”. Requião ainda não se define sobre seu futuro eleitoral e está propenso a ocupar o cargo de candidato ao Senado, devido o “conforto” nas urnas. No entanto, as conversas com Osmar Dias (PDT), pré-candidato ao governo estadual, estão a todo vapor: integrantes do MDB sugerem que ele seja candidato por meio de uma coligação, com um vice da sigla de Requião – que ainda não está definido. Porém, se nada vingar, a chapa-pura será a saída, mas só será definida na próxima segunda-feira, após reunião com o presidente do MDB no Paraná, Roberto Requião, em uma verdadeira “operação de guerra” para alinhar as decisões em definitivo. “A candidatura própria sempre foi apoiada: outras candidaturas estão mais encaminhadas, mas não definidas por inteiro”, afirma Parcianello.

Indefinições

Enquanto nada se define, os telefones dos membros do MDB não param: seja por ligação ou via whatsapp: a campanha com período mais curta já força um posicionamento, encerrando o período de tentativas de atrair políticos a coligação.

fonte>OParana

Palmeiras dá os “camarões” a Felipão e acerta até 2020

“Ano que vem quero carne, salada, camarão…”

A analogia gastronômica foi usada por Luiz Felipe Scolari em 2011. Após um ano difícil, era o seu jeito de reivindicar condições melhores de trabalho para a temporada seguinte. O prato pedido nunca foi entregue e a expressão virou uma das marcas da última Era Felipão, retrato de um Palmeiras à moda antiga, que apostava no pulso firme de um velho ídolo para corrigir os rumos de um clube desorganizado.

Felipão voltou para um “novo Palmeiras”. Estádio novo, cofres cheios, elenco farto… Sete anos depois, um dos maiores técnicos da história alviverde finalmente terá um time à altura de suas pretensões. O problema é o tipo de pensamento que levou o clube a reatar esse casamento. Com resultados apenas modestos em campo, a torcida irritada e a política do clube rachada em ano de eleição, a opção por Scolari passou pelos mesmos argumentos que norteavam o Palmeiras do começo da década, quando o prato estava muito mais vazio do que agora.

O Palmeiras assumido por Scolari em 2010 era, financeiramente, terra arrasada, com dívidas e problemas para ficar no azul. Politicamente, um clube dividido, com alternância de grupos políticos adversários (ferrenhos) e brigas semanais; em 2012, o então presidente Arnaldo Tironi chegou a ser proibido de realizar contratações sem aval dos conselhos internos. Tecnicamente, coleção de fracassos, com apenas um título paulista (e um rebaixamento no Brasileiro) desde 2000.

Nesse cenário, diretores frequentemente recorriam a ídolos em busca de “costas largas”, capazes de injetar paciência na torcida, servir de escudo para o ambiente turbulento e absorver a pressão. Felipão, entre 2010 e 2012, foi um desses “remédios”. Nesse papel, teve companhia do eterno ídolo Marcos e, em menor escala, nomes como Valdivia e Kléber Gladiador, lembranças de breves períodos de bonança nas temporadas anteriores.

É leviano comparar aquele contexto com o Palmeiras atual. Nos últimos cinco anos, o clube lutou para se reerguer. Se apoiou no seu programa de sócio torcedor, no Allianz Parque e na patrocinadora Crefisa, e reestruturou suas finanças. Montou um elenco forte, considerado há anos um dos melhores do país, conquistando o Brasileiro em 2016. Também encontrou, a partir da segunda gestão do ex-presidente Paulo Nobre, uma trégua política.

Em 2018, entretanto, os sinais de desgaste aparecem. “Camarões” como Dudu, Lucas Lima e Felipe Melo, dentre outros, não estão rendendo o esperado. Desde Gilson Kleina, em 2013, não há um técnico que permaneça no cargo por mais de um ano. Há pressão entre conselheiros de diferentes graus de oposição para a saída de Alexandre Mattos, sob o argumento de que os resultados não condizem com os investimentos.

A iniciação política de Leila Pereira, presidente da Crefisa, rachou o clube. O grupo do ex-presidente Mustafá Contursi, que alçou a patrocinadora ao cargo de conselheira, rompeu relações, e hoje é adversário. No dia em que o Palmeiras definiu o retorno de Scolari, Leila, em entrevista ao Blog do Ohata, do UOL Esporte, fez claras ameaças de retirar sua empresa do Palmeiras em caso de vitória da oposição sobre o atual presidente Maurício Galiotte. Como resposta, um manifesto assinado por três dos quatro atuais vice-presidentes alviverdes cobrou providências:

“A senhora não vai nos ameaçar ou achar que somos seus reféns”. Além de parceira, a Crefisa é também credora de R$ 130 milhões do clube, fruto de uma mudança nas regras da Receita Federal. Sua saída, em uma só tacada, representaria a perda de uma importante receita e uma dívida colossal com um novo inimigo.

Isso tudo acontece às vésperas do início da fase mata-mata da Libertadores, no próximo dia 9 de agosto. Diante da fervura, o Palmeiras recorre a velhos hábitos, que remetem aos de 2010. Chega Felipão, ídolo, pulso firme e experiente. O nome capaz de blindar a divisão política e uma resposta à torcida. Um treinador capaz de colocar um elenco milionário, que rende abaixo do esperado, “na linha”.

Independentemente de Felipão e seus defeitos e virtudes, a mentalidade que o reconduz ao cargo de técnico do Palmeiras é oposta àquela que norteou o clube nos últimos anos. Exceção feita ao breve retorno de Cuca em 2017, a direção alviverde nos tempos recentes se orgulhou do verniz moderno que imprimiu no clube, com a reforma do CT, o discurso de planejamento no futebol e a preferência por promessas como Roger Machado no comando técnico.

O contrato de dois anos e meio, a menos de seis meses das eleições que podem mudar toda a diretoria alviverde, indica uma decisão tomada por necessidade. Há o ditado que diz que “velhos hábitos nunca morrem”. O Palmeiras reage à panela de pressão recorrendo a um nome pesado, uma figura com história, acostumada ao ambiente do clube. O medalhão que atende aos apelos emocionais e dá “fôlego” em um momento de crise. Tudo ao contrário.

A aposta é de risco. Os investimentos e a retomada da grandeza palmeirense subiram a barra da torcida, tradicionalmente exigente. Há na torcida sede de títulos. Os resultados em campo do time comandado por Scolari vão ditar a avaliação do trabalho da diretoria, o que potencialmente afeta o resultado das eleições do fim do ano, que por sua vez podem repercutir no futuro financeiro e político.

Para Felipão, também trata-se de uma espécie de última chance. O medalhão quase caiu em 2012, levou 7 a 1 em 2014 e pouco fez no Grêmio até 2015. Volta a um clube de ponta, que ele conhece, com chance de título. Chance de provar a quem o chama de ultrapassado que ainda é um treinador de primeira linha no cenário nacional. Mais do que isso, mostrar que a mística que um dia o cercou ainda tem conexão com a realidade. A habilidade de transformar um grupo de marmanjos adultos, que nem sempre se entendem, em algo que o próprio chama de “família”. Não é tarefa fácil, mas, dessa vez, pelo menos, ele tem carne, salada e camarão.

Candidatos ficha-suja estão “fora do jogo democrático”, diz Fux

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Fux, disse nesta quinta (26) que o tribunal será inflexível com candidatos ficha-suja que pretendem disputar as eleições de outubro. Segundo o ministro, quem estiver inelegível pela Lei da Ficha Limpa “está fora do jogo democrático”.

“Com relação à Lei da Ficha Limpa, o tribunal demonstrou e demonstrará ser inflexível com aqueles que são considerados fichas-sujas, ou seja, aqueles que já incidiram nas hipóteses de inelegibilidade. O Tribunal Superior Eleitoral sintetiza sua atuação em um binômio: não à mentira e ficha suja está fora do jogo democrático”, afirmou.

As declarações foram feitas durante evento no qual o TSE recebeu uma lista, do Tribunal de Contas da União (TCU), com nomes de 7,4 mil gestores públicos que tiveram as contas rejeitadas por tribunais de contas por irregularidades insanáveis. Com base nas informações, a Justiça Eleitoral poderá rejeitar os registros de candidatura dos citados.

Luiz Fux deixará o comando da Corte eleitoral no dia 14 de agosto, quando será substituído pela ministra Rosa Weber. A ministra será responsável por comandar a Justiça Eleitoral durante as eleições de outubro. Com informações da Agência Brasil.

Milhares de pessoas acompanharam o show de Fernando e Sorocaba em Marechal Rondon

Milhares de pessoas acompanharam no Estádio Municipal Valdir Schneider, em Marechal Cândido Rondon,  o show de Fernando e Sorocaba.

A Expo Rondon 2018 segue até domingo (29), no Parque de Exposições Álvaro Dias. Dentre as atrações do evento estão a 38ª Expomar, a 39º Festa Nacional do Boi no Rolete, Comércio Popular, Praça de Alimentação, Exposição de Orquídeas, apresentações na Casa Cultural, rodeio e shows gratuitos. O primeiro show do evento, na quinta-feira (26) contou com Fernando & Sorocaba. Nesta sexta-feira (27) é a vez de Thaeme & Thiago, no sábado (28) de César Menotti & Fabiano, e domingo (29) Anjos de Resgate.

O evento marca a comemoração dos 58 anos de emancipação político-administrativa do município, que recebe milhares de visitantes de toda a região.

A festa em geral, além de ser um marco para a população local anualmente, é uma ferramenta de marketing para potencializar negócios de vários setores econômicos, como uma vitrine, já que atrai visitantes tanto de regiões vizinhas como as não tão próximas.

“Cremos que será um grande evento, pois as pessoas acreditam em nosso potencial. Precisamos pensar em inovar e avançar. Muitos não se preocupam, acham que inovar é algo radical, quando na verdade não é. São pequenas mudanças que podemos fazer, principalmente no relacionamento com o cliente. E, na Expomar, existe a oportunidade de interagir, mostrar seu diferencial, cativar e atrair o público-alvo”, ressalta o presidente da Acimacar, Gerson Jair Froehner.

Neste ano, a Feira da Indústria, Comércio, Prestação de Serviços e Maquinários Agrícolas (Expomar) conta 170 empresas de ramos como confecções, calçados, acessórios, móveis, agências de viagem, escolas de idiomas, entre outras. Ainda é possível conferir as apresentações culturais, shows gratuitos, exposição de animais, orquídeas, rodeios e gastronomia, principalmente com o prato típico local, o Boi no Rolete, no domingo (29).

“Fizemos tudo que estava ao nosso alcance para realizar uma Expo Rondon melhor que a do ano passado. Entendemos que a parceria com a Acimacar que a cada ano se fortalece e, por consequência, com todas as empresas que expõem, é muito importante. São empresas que movimentam a economia do município, junto com o trabalho dos produtores rurais, prestadores de serviço e profissionais liberais. Estamos felizes e esperamos uma festa de sucesso estreitando e reforçando os laços com todos os parceiros”, afirma o prefeito, Marcio Rauber.

A Acimacar também é responsável pela Praça de Alimentação, a Exposição de Orquídeas, Comércio Popular, que retorna para a frente do Ginásio de Esportes, e, em parceria com a Copagril, na organização da 32ª Expopecuária, que abrange a Exposição de Bovinos Raça Holandesa, Aves (pintinhos de frango de corte), Suínos e equipamentos para suinocultura.

Praça de alimentação

Ao lado da arena de rodeio, a praça de alimentação possui 15 empresas com os mais variados tipos de lanches e pratos: schawarma, yakisoba, pastel, cachorro-quente, crepe, churros, trufas, batata frita, pizzas, porções, espetinhos e doces.

Horários de Funcionamento Expomar

26/07/2018 (quinta-feira): 19h às 23h

27/07/2018 (sexta-feira): 14h às 23h

28/07/2018 (sábado): 10h às 23h

29/07/2018 (domingo): 10h às 19h.

Maior parte do País verá nesta sexta-feira eclipse lunar total

O mais longo eclipse lunar do século 21 poderá ser observado nesta sexta-feira, 27, na maior parte do Brasil. Mas quem quiser contemplar o fenômeno precisará prestar atenção aos horários, porque o eclipse total já terá passado da metade da duração quando a Lua cheia surgir no céu brasileiro.

O eclipse total – quando a Lua cheia está completamente encoberta pela sombra da Terra e aparece avermelhada – terá duração de 1h43, mas não será possível observá-lo por todo esse tempo no País. A parte mais impressionante do fenômeno ocorrerá das 16h30, quando a Lua ainda estará abaixo da linha do horizonte, até as 18h13. Em São Paulo, a previsão é de céu com pouca nebulosidade.

“Por causa do horário, a Lua eclipsada não terá tanto contraste com o fundo do céu, por causa da claridade do crepúsculo”, afirma Paulo Bretones, professor do Departamento de Metodologia de Ensino da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Os eclipses lunares, diz, só acontecem na fase cheia da Lua, quando ela penetra na sombra em forma de cone que a Terra projeta no espaço.

“Imagine que o Sol está no centro de uma mesa, com a Terra girando em torno dele nesse mesmo plano. A Lua também está girando em torno da Terra, mas o plano de sua órbita é inclinado um pouco mais de 5 graus em relação à face da mesa. Embora a Terra projete sempre a sua sombra não a percebemos porque geralmente a Lua passa acima ou abaixo dela”, explica Bretones. “Assim, quando a Lua cruza o plano da órbita da Terra e, além disso, o Sol, a Lua e a Terra ficam alinhados, ocorre um eclipse lunar.”

Ao passar entre o Sol e a Lua, a Terra produz uma sombra escura sobre o disco lunar – a umbra – e a penumbra, que é uma região cinzenta. Só quando a Lua está completamente mergulhada na umbra se considera que há um eclipse total em curso. O eclipse parcial ocorre quando só uma parte da Lua está na umbra. E o eclipse penumbral acontece quando só se vê a Lua coberta pela penumbra.

“É a umbra que dá o efeito de beleza ao fenômeno, pois a penumbra na maioria das vezes é imperceptível”, diz o professor da UFSCar. O eclipse total será visto na parte leste do Brasil, enquanto a parte oeste só verá o eclipse parcial ou penumbral.

‘Lua de sangue’

Quando estiver totalmente imersa na umbra, a Lua não ficará invisível, mas deverá ganhará uma cor de cobre, avermelhada, “de sangue”. Isso ocorre porque, embora a sombra da Terra não deixe que os raios de Sol cheguem diretamente à Lua, ela é atingida por raios que são refratados pela atmosfera terrestre.

“Os componentes da luz branca que produzem as cores vermelha e laranja se espalham mais pela atmosfera, cobrindo o céu com essas cores semelhantes às que vemos no alvorecer e no crepúsculo. A refração transforma as cores em sombra, por isso a Lua fica avermelhada.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Impasse na negociação entre Consamu e Sindicato pode provocar greve dos servidores

O impasse sobre o reajuste salarial oferecido pelo Consamu à seus servidores continua.

O Sindicato dos Condutores e Enfermagem, que representa mais de 600 funcionários do consórcio, ainda permanece com indicativo de greve, e isso fez com que os representantes das 16 cidades que dividem o serviço SAMU no Oeste do Estado se reunissem nesta quinta-feira(26) para buscar uma solução definitiva para o problema.

O Consamu ofereceu 2%, a categoria pede 7% de reajuste salarial.

Para o diretor geral do Consamu, José Peixoto da Silva, o consórcio já antecipou na sua proposta, o índice da inflação com 0,31% de ganho real, o que daria os 2% de aumento na folha salarial. De acordo com Peixoto, o Sindicato pediu a inclusão do desconto do imposto sindical no acordo coletivo da categoria, pedido que segundo ele é ilegal, e que, por isso houve a paralisação das negociações. Mais uma vez, sob a ameaça de greve, o diretor-geral esclarece que não há motivos e nem legalidade para que isso ocorra e que continua aberto as negociações.(áudio Peixoto)

O resultado desse impasse só deverá acontecer através de uma audiência de conciliação no Ministério Público do Trabalho, que já estaria marcada para a próxima semana.

Peixoto

Jovem brasileiro de 17 anos é executado a tiros no Paraguai

Um jovem brasileiro foi morto a tiros nesta quinta-feira, 26, dentro de um condomínio fechado de Salto del Guirá, no Paraguai. Ele seria filho de um suposto contrabandista de cigarros.

Segundo dados preliminares, a vítima fatal é João Víctor Richena Costa, 17 anos, filho de Fabio Costa, conhecido como “Pingo”. O mesmo foi metralhado por pistoleiros dentro de uma caminhonete, marca Toyota, placa YAU 152, registrado em nome de seu pai.

Segundo a polícia, o jovem acabara de entrar no condomínio quando ouviu uma explosão de mais de 30 tiros de arma automática. Possivelmente um matador de aluguel já estava esperando por ele no local, perto da casa onde morava.

O condomínio onde ocorreu o crime está localizado na saída da cidade, a caminho do aeroporto localizado em Colonia Canindeyú. É totalmente vedado, mas faz fronteira com uma parte de área arborizada, que atende às margens do rio Piratiy. Presume-se que o matador teria entrado no local através do referido curso de água, de barco, possivelmente do Brasil.

O crime seria um ajuste de contas.

Ratinho Jr chama declarações de Barros de especulação e descarta apoio a Richa

O pré candidato ao governo do Estado Ratinho Junior (PSB) chamou de espelação a afirmação de que teria fechado um acordo branco o candidato ao Senado pelo PSDB, o ex-governador Beto Richa. “Ele é muito hábil e m criar essas narrativas”, disse ao justificar a afirmação feita pelo deputado federal Ricardo Barros (PP),  marido e articulador político da pré candidatura ao Palácio Iguaçu de Cida Borghettti (PP), atual governadora do Estado.

A declaração foi dada ao Portal Bem Paraná, minutos antes de participar do primeiro debate dos pré-candidados do governo do Paraná, realizado pela Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap), no II Fórum Gestão Pública Faciap.

Ratinho Junior praticamente descartou a possibilidade de formar uma a aliança com o tucano. Disse ainda que a chapa formada pelo ex-governador Beto Richa (PSDB) é ‘muito pesada’. “E eu não posso ser egocêntrico e esquecer quem veio nestes últimos cinco anos contruindo essa nossa proposta”, declarou. A chapa de Ratinho, no momento, é formada por seis partidos – PRB, PHS, Avante, PR, PV e PSC.

Ratinho Junior disse que a coligação tem até o dia 5 de agosto para definir o nome. Ele disse que  Reinold Stephanes(PSD) surgiu como um nome forte no partido, mas que é necessário dialogar as lideranças dos demais partidos que compõem a aliança com o PSB. “Eu não tenho gerência sobre os demais partidos, mas certamente iremos escolher um nome forte”, disse ressaltanto que os deputados Christiane Yared (PR)  e Ney Leprevost (PSD) também são nomes fortes.

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