Tempestade, granizo e ventos de até 100 km/h podem atingir o Paraná nesta terça-feira

Um alerta de tempestade foi emitido nesta manhã de terça-feira, 9, pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Há previsão ainda de queda de granizo em praticamente todo o Paraná. Segundo o Inmet, o alerta de perigo é válido até as 20h para 397 das 399 cidades do estado. Apenas Jardim Olinda e Paranapoema, no norte do estado, próximas à divisa com o estado de São Paulo, ficaram fora desta lista.

Segundo o instituto, ainda há a possibilidade de chuvas que podem gerar volumes de 30 a 60 milímetros em um intervalo de uma hora, com ventos intensos de até 100 km/h.

Para Curitiba, de acordo como Simepar, a previsão é de mínima de 5 ºC graus e máxima de 27 ºC. Nesta terça-feira a porção continental do eixo de uma frente fria avança do nordeste da Argentina em direção ao extremo sul do Brasil. No Paraná a atmosfera segue instável embora a concentração de nuvens é menor do que a dos últimos dias. No noroeste e no oeste do Paraná há condições atmosféricas favoráveis aos temporais, ainda no período da manhã.

Ratinho Junior é eleito governador do Paraná

Candidato do PSD administrará o estado a partir de 1º de janeiro de 2019 e o mandato seguirá até 31 de dezembro de 2022

Por Euclides Lucas Garcia

Ratinho Junior é o novo governador do Paraná, agora com 87% dos votos apurados no estado. O candidato do PSD superou os outros nove concorrentes e encerrou a eleição neste domingo (7) já no primeiro turno. Ratinho administrará o estado a partir de 1º de janeiro de 2019 e o mandato seguirá até 31 de dezembro de 2022.

Eleito deputado estadual pela primeira vez em 2002, aos 21 anos, Ratinho já dizia na época que um dia seria governador do Paraná. Na sequência, foi deputado federal por três mandatos seguidos. Em 2012, no passo mais ousado da carreira até então, tentou se eleger prefeito da capital. Mas a vantagem no primeiro turno sucumbiu ao esteorótipo de interiorano – ele nasceu em Jandaia do Sul, no Noroeste do Paraná –, e os curitibanos elegeram Gustavo Fruet (PDT) com mais de 60% dos votos válidos.

A estratégia, então, teve de ser repensada. Ratinho conseguiu, em 2013, espaço como secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano na gestão Beto Richa (PSDB). Chefiando a principal pasta na distribuição de máquinas e recursos aos 399 municípios do estado, ele iniciou uma paulatina aproximação com prefeitos, vereadores e lideranças de todo o Paraná. No ano seguinte, elegeu-se como o deputado estadual mais votado da história, com 300 mil votos, para logo retornar à pasta do Desenvolvimento Urbano.

Em setembro de 2017, reassumiu o mandato na Assembleia Legislativa e passou a construir a candidatura ao governo longe da sombra de Beto Richa, que já carregava um pesado desgaste com a população. Até as convenções partidárias, em julho deste ano, arregimentou partidos médios e pequenos, num total de nove. Trabalhou nos bastidores e, com a ajuda do senador Alvaro Dias (Podemos), tirou do páreo o principal adversário, o ex-senador Osmar Dias (PDT), que desistiu da disputa diante da traição do irmão.

Apesar de negar, tentou o quanto pôde ter Richa na chapa e, consequentemente, toda a gama de partidos e estrutura que viria junto com o tucano. No entanto, mais por sorte que por juízo, o ex-governador se lançou candidato ao Senado no grupo de Cida Borghetti. Tempos depois, ele seria preso na Operação Rádio Patrulha e afundaria a si próprio e levaria junto a governadora.

Nesse cenário praticamente sem oponentes, Ratinho ainda se beneficiou da concentração dos eleitores sobre a eleição nacional. Numa campanha quase sem percalços, elegeu-se governador do Paraná pelos próximos quatro anos.

Foto: Ratinho JR ao lado do empresário Tito Rojas.

Juiz determina sequestro de bens de Beto Richa e outras 12 pessoas

O juiz Fernando Fischer, da 23ª Vara Criminal de Curitiba, determinou em despacho de quarta-feira (3) o sequestro de bens do ex-governador Beto Richa (PSDB), candidato ao Senado, e outras 12 pessoas acusadas na Operação Rádio Patrulha, que investiga fraude em licitação de um programa de manutenção de estradas rurais no Paraná. O bloqueio de cada um dos denunciados deve ser de até R$ 37.316.406,66. No caso do primo de Richa, Luiz Abi Antoun, o valor deve ser de até R$ 12.934.859,00. A informação foi publicada pelo Portal G1 Paraná. O despacho está em sigilo.

Os valores são calculados com base em auditoria realizada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) nos contratos investigados. “Embora não seja possível precisar, nesta fase processual, o valor total do prejuízo”, despachou o juiz, segundo o G1. O sequestro é para assegurar eventual reparação. “Nada impede que os valores da ocasional indenização, quando discutidos definitivamente na esfera competente, fiquem aquém ou além dos patamares aqui adotados”, pontuou Fischer.

Denunciados

No dia 25 de setembro, o MP apresentou denúncia contra treze pessoas acusadas de envolvimento no esquema investigado na operação Rádio Patrulha. A lista de indiciados inclui o ex-governador, seu irmão, o ex-secretário da Infraestrutura, José Pepe Richa (PSDB), e o ex-chefe de gabinete de Richa, Deonilson Roldo, acusados de corrupção passiva e fraude à licitação. O MP indiciou ainda o primo do ex-governador, Luiz Abi, os empresários Joel Malucelli e Celso Frare, o ex-secretário de Cerimonial, Ezequias Moreira, e o ex-secretário de Assuntos Estratégicos, Edson Casagrande.

A denúncia (veja a íntegra) é baseada nas delações do ex-diretor do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/PR), Nelson Leal Júnior e do ex-deputado estadual Tony Garcia. Ambos apontaram a existência de um esquema para fraudar licitações do programa em troca de propina para o grupo político do ex-governador. Richa chego a ser preso na semana passada, junto com a mulher, Fernanda Richa, pelo Gaeco, mas ambos acabaram sendo soltos quatro dias depois por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes. O tucano nega as acusações.

Fernanda e o contador da família Richa, Dirceu Pupo, investigados por lavagem de dinheiro, ainda não foram denunciados. O MP afirma que serão instaurados novos procedimentos relacionados aos dois. “Relativamente aos crimes de organização criminosa, obstrução de justiça, lavagem de dinheiro, peculato e outros crimes licitatórios, considerando a necessidade de realização de novas diligências, o Ministério Público informa que serão instaurados procedimentos investigatórios criminais autônomos, razão pela qual, por ora, deixa de denunciar os investigados Fernanda Bernardi Vieira Richa e Dirceu Pupo Ferre”, diz o documento.

A denúncia

De acordo com a denúncia, no segundo semestre de 2011, os empresários Joel Malucelli e Celso Frare, junto com Tony Garcia, prometeram a Beto Richa, José Pepe Richa, Deonilson Roldo, Ezequias Moreira e Aldair Petry, além de Luiz Abi, “vantagem indevida” na forma de pagamento de propina para que eles manipulassem a licitação para contratação de empresas para o “fornecimento de equipamentos e veículos novos, mediante locação para atuação na adequação e melhorias de estradas rurais municipais”. Segundo o MP, as empresas favorecidas seriam a Ouro Verde Transpor e Locação, a Cotrans, e a J. Malucelli Equipamentos.

Richa, seu irmão Pepe, Deonilson, Ezequias e Aldair Petry, na condição de agentes públicos, e “em conluio” com o primo do ex-governador, Luiz Abi, teriam concordado com o esquema e praticado “diversos atos de ofício” para direcionar a licitação. Segundo os promotores, logo após as eleições de 2010, em que Richa foi eleito, ficou acertado que as empresas, e não o Estado, adquiririam o maquinário para as patrulhas rurais, alugando o equipamento para o Estado. “Em contrapartida, pagariam ao Governador e a seu grupo uma porcentagem do que recebessem do Estado”, aponta a denúncia.

O acordo também previa de Malucelli dividiria os contratos com a Cotrans e a Ouro Verde, “pagando, em contrapartida, vantagem ilícita aos agentes públicos envolvidos” e repassando parte dos mesmos a Tony Garcia.

Eminência parda

Luiz Abi, primo do ex-governador mesmo não ocupando cargo público, segundo o MP, “era, na verdade, uma das figuras mais importantes na cúpula do Poder Executivo Estadual, exercendo forte influência nas decisões de Estado”, comandado, à época, por Richa, e aderiu ao projeto apresentado pelos empresários Osni Pacheco e Celso Frare, “tendo, inclusive, procurado esse último, reforçando a necessidade de pagamento da vantagem indevida prometida”.

Conhecimento

Ainda de acordo com o MP, Richa tinha toda a ciência dessa negociação, informado por Tony Garcia, seu amigo, e “convalidou todo o arranjo criminoso, inclusive o aceite da promessa de vantagem indevida, autorizando, em seguida, a abertura de concorrência pública para a contratação das empresas, no valor máximo de R$ 72 milhões”, em despacho dede 28 de novembro de 2011.

“O denunciado CARLOS ALBERTO RICHA, então Governador do Estado do Paraná, e principal destinatário final das vantagens indevidas prometidas pelos empresários, plenamente ciente das tratativas e reuniões realizadas, não apenas convalidou todo o arranjo criminoso, como também dispensava ordens para garantir que os pagamentos ilícitos por parte dos empresários fossem, de fato, efetivados”, aponta o MP na denúncia.

Combinação 

Entre o segundo semestre de 2011 e julho de 2012, o grupo teria agido para fraudar a licitação através de combinação de preços para direcionar a concorrência “às empresas conluiadas, as quais pagariam, em contrapartida, vantagem ilícita aos agentes públicos envolvidos”. Os promotores apontam que uma das reuniões aconteceu no próprio prédio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/PR), responsável pelo programa, articulada por José Pepe Richa, então secretário da Infraestrutra. O grupo teria agido ainda para afastar outras empresas da concorrência, mas a Terra Brasil Terraplanagem acabou teria “furado” o acordo, apresentando propostas mais baixas que a Ouro Verde e a J. Malucelli. Os envolvidos teriam então descoberto que a Terra Brasil tinha como proprietário o então secretário de Assuntos Estratégicos do governo Richa, Edson Casagrande, tendo outras pessoas como “testas de ferro” para poder participar da licitação. Casagrande teria depois aderido ao esquema. No final, a Cotrans, a Ouro Verde, a J. Malucelli e a Terra Brasil dividiram os lotes do contrato. Em 5 de julho de 2012, Beto Richa assinou despacho homologando o resultado da licitação, “com conhecimento pleno de todos os ajustes realizados” e os contratos foram assinados em seguida.

Valor da propina

Em dezembro de 2012, na sede da Cotrans em Curitiba, Celso Frare, Osni Pacheco e Tony Garcia terial combinado que a propina paga aos agentes públicos seria de 8% a 10% dos valores dos contratos. José Pepe Filho teria participado da reunião e recebido a proposta de que o repasse dos 8% “teria como principal destinatário final” Beto Richa, então governador. Os empresários prometeram, ainda, que “em setembro ou agosto, antes da campanha” de 2014 fariam mais um “acerto”.

Os pagamentos

Segundo a denúncia, os pagamentos teriam sido feitos na sede da Cotrans. Luiz Abi, primo do governador, seria o principal operador financeiro do grupo, contando ainda com a colaboração de Deonilson Roldo e Ezequias Moreira. De acordo com os promotores, o total de pagamentos feitos pelo Estado às empresas foi de R$ 101 milhões. O valor total das propinas recebido pelos envolvidos chegaria a R$ 8,1 milhões.

O MP relata pagamentos feitos por volta de outubro de 2013 alguns dias após serem pagas as faturas para a Ouro Verde, entre eles a entrega de R$ 200 mil em dinheiro por Celso Frare a José Pepe Richa “acondicionados em envelopes de papel”. Três meses depois, O mesmo Celso Frare teria chamado Pepe Richa em sua casa em Curitiba, e entregado outros R$ 70 mil em dinheiro, e filmado parte da entrega. O vídeo faz parte da denúncia. Em setembro de 2014, Frare teria entregue outros R$ 220 mil a Tony Garcia, que em razão de desentendimentos com Luiz Abi, foi orientado a procurar Ezequias Moreira, então secretário do Cerimonial do governo Richa, que também se recusou a receber o dinheiro. Segundo o MP, o próprio Ezequias confirmou o episódio em seu depoimento ao Gaeco. Garcia então levou o dinheira ao próprio Beto Richa no apartamento do ex-governador.

Defesa

Em nota, a defesa de Beto Richa disse que a denúncia do Ministério Público, “assim como a prisão temporária decretada no dia 11 de setembro, é baseada única e exclusivamente em termos de depoimento de colaborador premiado já conhecido do Poder Judiciário paranaense, sem qualquer base em provas de suas falaciosas alegações”. “Ainda mais grave, sem a mínima diligência investigativa por parte do próprio MPE-PR ou da Polícia Civil para fins de verificar as ilações feitas pelo delator”, diz o texto.

Denunciados:

Beto Richa – corrupção passiva e fraude a licitação

Pepe Richa – corrupção passiva e fraude a licitação

Deonilson Roldo – corrupção passiva e fraude a licitação

Ezequias Moreira – corrupção passiva e fraude a licitação

Aldair Petry – corrupção passiva e fraude a licitação

Luiz Abi – corrupção passiva

Celso Frare – corrupção ativa e fraude a licitação

Joel Malucelli – corrupção ativa e fraude a licitação

Edson Casagrande – fraude a licitação e corrupção ativa

Túlio Bandeira – fraude a licitação e corrupção ativa

André Felipe Bandeira – fraude a licitação e corrupção ativa

Emerson Savanhago – fraude a licitação

Robison Savanhago – fraude a licitação

Família morre em acidente entre carros e caminhão na PR 445

Um acidente entre dois carros e um caminhão matou quatro pessoas de uma mesma família na tarde de domingo (30) na PR 445 no trecho entre Londrina e Sertanópolis.

Segundo informações da PRE (Polícia Rodoviária Estadual) um veículo Vw Polo causou o acidente ao tentar ultrapassar um caminhão carregado de óleo de soja, em local proibido, de faixa contínua.

O motorista do caminhão de 63 anos, tentou evitar o acidente desviando do carro mas não conseguiu, a carreta tombou logo depois de bater no veículo Renault Megane.

Todos os quatro ocupantes do Megane, que pertenciam a uma mesma família, morreram na hora, as vítimas foram o pai de 43 anos, que era o motorista, a mãe de 41 anos e as duas filhas do casal de nove e dois anos.

O condutor do Polo foi preso em flagrante pois apresentava sinais de embriaguez. O homem foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil de Cambé. Os corpos da família de Londrina foram recolhidos pelo IML (Instituto Médico Legal) da cidade. O motorista do caminhão, não sofreu ferimentos.

Em assalto, BR-376 vira praça de guerra com tiros de fuzil e veículos incendiados

Cerca de 10 bandidos fortemente armados de pistolas e fuzil provocaram pânico na noite desta quarta-feira (27) na BR-376 no município de Tijucas do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba.

A situação foi registrada por volta das 21h30, quando um comboio de ônibus que tinha saído de Joinville com destino à São Paulo para realizar compras foi surpreendido por marginais que estavam utilizando pelo menos três veículos. O ônibus tinha pelo menos duas equipes de escolta armada que foram recebidas a tiros enquanto trafegavam pela rodovia.

O motorista de uma das escoltas foi baleado na perna com um tiro de fuzil. O grupo seguiu atrás dos ônibus, fechou a rodovia, incendiou um carro, um caminhão e as cenas de terror não pararam por ali. Um dos motoristas de ônibus ao perceber a ação dos marginais acelerou e fugiu.

Neste momento um dos marginais tentou parar um caminhão que tentou furar o bloqueio que os marginais fizeram. O marginal com um fuzil efetuou pelo menos oito tiros no caminhão. Um dos disparos atingiu o para-brisa e por muito pouco não acertou o motorista que vinha do Rio Grande do Sul. Assustado ele conseguiu fugir e pedir ajuda em um posto de combustíveis cerca de 3 quilômetros adiante do local.

Um dos ônibus que foi abordado pelos marginais foi atingido por vários disparos de fuzil e pistola. Os bandidos levaram todo o dinheiro dos passageiros. Em seguida o grupo fugiu sentido Santa Catarina.

Várias equipes de polícia realizaram grande cerco na região, mas os marginais não foram localizados.

No ônibus que foi assaltado haviam 28 passageiros. O motorista do ônibus foi atingido por um tiro de raspão e recusou encaminhamento a um hospital. Toda a ação aconteceu no km 642 da BR-376.

Governadora pede na Justiça suspensão da cobrança de pedágios

A governadora Cida Borghetti determinou nesta quarta-feira (26/09) que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) ingresse na Justiça com ação pedindo a suspensão da cobrança de pedágio em todo o Anel de Integração. A medida se baseia nos fatos apurados pela Operação Integração, realizada pela força-tarefa Lava Jato, que indica manipulação dos contratos e dos preços das tarifas para atender interesses das concessionárias.
“São denúncias muito graves que precisam ser investigadas a fundo. Enquanto isso ocorre é justo que haja a suspensão da cobrança do pedágio. Os paranaenses pagam uma tarifa muito alta e há indícios fortes de manipulação dos preços. Por isso, estamos adotando esta medida e espero que a Justiça acate”, declarou Cida Borghetti.
Segundo a governadora, a partir do pronunciamento da Justiça, não está descartada a possibilidade do Governo do Paraná pedir também o encerramento dos atuais contratos. “Vamos aguardar a manifestação da Justiça sobre o pedido de suspensão. A partir disso, avaliar outros encaminhamentos para o caso dos pedágios. Mas a possibilidade de pedir o imediato fim dos contratos também é uma medida que vamos estudar”, disse.
NOTIFICAÇÃO – A governadora lembrou que em junho notificou formalmente as concessionárias do fim dos atuais contratos em 2021. “Não concordo com este modelo e reforçamos que não haverá possibilidade de renovação dos contratos. A partir disso, as empresas têm três anos para entregar tudo que ainda está faltando. Em paralelo, vamos construir junto com a sociedade um novo modelo”, afirmou Cida Borghetti.
A PGE deve protocolar a ação nos próximos dias na Justiça Federal. O argumento é de que a suposta manipulação dos contratos, envolvendo servidores públicos e empresários, prejudica os usuários. Na ação, a procuradoria vai pedir para que os serviços de socorro médico e mecânico, realizados pelas concessionárias, sejam mantidos.

Após seis meses, crime que vitimou Miss Altônia ainda é um mistério

Seis meses depois da morte da Miss Altônia Bruna Zucco e do empresário Valdir de Brito Feitosa, as investigações do caso ainda estão em curso. O delegado de polícia da cidade, Reginaldo Caetano, segue a mesma linha de investigação desde o início dos trabalhos, que é sobre o envolvimento do empresário com criminosos. Existia a possibilidade de que Valdir teria ligação com o contrabando de cigarros – nada ainda foi comprovado.

Os corpos de Bruna e de Valdir foram encontrados carbonizados na carroceria do utilitário do empresário na manhã da terça-feira, 22 de março. Eles estavam desaparecidos desde a noite do dia anterior (21 de março), quando foram vistos pela última vez com vida. Suspeita-se que Valdir teria se desentendido com traficantes de drogas.

Após a análise da cena do crime ter sido feita por peritos do Instituto de Criminalística, os corpos foram recolhidos para exames no Instituto Médico Legal (IML) em Umuarama. Foram encontradas próteses de silicone nos seios do corpo feminino carbonizado. Familiares de Bruna, que na época era Miss Altônia, negam que ela usasse prótese.

No decorrer das investigações surgiu a hipótese de que a morte do casal pudesse estar ligada ao assassinato de um homem no centro da cidade na noite anterior. A vítima estaria ligada ao tráfico de drogas. “Esta ligação ainda não foi comprovada e estamos analisando os detalhes nos dois casos”, comentou o delegado.

Celulares apreendidos

Quinze dias após o crime, a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão em duas residências de Altônia. Na ocasião foram apreendidos telefones celulares que poderiam conter informações sobre o crime.

Os aparelhos continuam no setor de perícia técnica da Polícia Civil, em Curitiba. O delegado solicitou que fosse feita a recuperação de dados, tais como histórico de chamadas, mensagens e aplicativos que possam ter sido deletados. Ninguém foi preso.

Novos exames

Peritos do Instituto Médico Legal (IML) e da Criminalística de Maringá estiveram na manhã desta terça-feira (25) em Altônia a pedido do delegado. No dia 14 de setembro o IML de Maringá também esteve no cemitério da cidade. Informações extraoficiais são de que foi coletado material de Bruna e Valdir para novos exames.

No entanto, de acordo com Reginaldo Caetano, como o caso ainda está sendo investigado e corre em segredo de justiça, não há como relatar detalhes do andamento dos trabalhos. “Nós estamos analisando dados e coletando informações a respeito das mortes para dar continuidade à investigação. Não há informações contundentes ainda sobre suspeitos e nem mesmo detalhes que reforcem o andamento das diligências”, encerra o delegado.

As informações são do O Bemdito.

Depen divulga nomes e fotos de foragidos da cadeia de Guarapuava

Sete presos seguem foragidos e são procurados pela polícia, em Guarapuava (PR).

A fuga ocorreu na manhã dessa segunda feira (24), quando, por volta das 10h30, dez presos empreenderam fuga da Cadeia Pública de Guarapuava, anexa à 14ª Subdivisão Policial (SDP), no Centro da cidade.

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Ainda ontem (24), três deles foram recapturados, dois no pátio de carceragem. Desde então, não houve novas recapturas.

De acordo com o Departamento Penitenciário do Paraná (Depen), a fuga ocorreu após os presos abrirem um buraco na parede da cela e pularem o muro com o auxílio de cordas artesanais.

A ação foi flagrada pela equipe de plantão e o alarme foi acionado. Um inquérito policial irá investigar o caso.

Ao Portal RSN, o Depen informou a listagem com os nomes dos presos que seguem foragidos. Confira abaixo:

Cleverson Batista Correa

Elivelton Campos Fiuzas

Elves Leandro Doardo

Israel Huf

Maikon Deivid Nehring

Ricardo Lavardes Pacheco

Samuel José Martins


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Mãe é detida em bar após trancar os três filhos em casa para sair beber

Uma mulher de 28 anos foi presa na noite desta quarta-feira (19) após deixar os três filhos pequenos sozinhos em casa para sair beber. O caso aconteceu em Ponta Grossa (PR).

De acordo com a Polícia Militar (PM), as crianças – um menino de 10 anos e duas meninas de 7 anos -, estavam em um quarto quando foram encontrados pela equipe, enquanto a mãe estava em um bar visivelmente embriagada.

A PM precisou arrombar a porta da casa, já que a mulher também tinha perdido a chave da residência.

Ela foi detida por abandono de incapaz e encaminhada à Delegacia da Polícia Civil.

Já as crianças foram acompanhadas pelo Conselho Tutelar e entregues à avó.

As informações são do site TN Online.

Dupla invade residência e mata morador durante assalto em Cianorte

REDAÇÃOO Bemdito18 de setembro de 2018 06h34

Reginaldo Apolônio Barros de Melo, 53, foi morto a tiros durante assalto à sua residência, no cruzamento das ruas Angra dos Reis com Guarujá,  jardim Atlântico IV, em Cianorte.

Dois criminosos pularam o muro dos fundos e invadiram a casa, por volta das 20h desta segunda-feira (17). Um deles estava encapuzado. A polícia acredita que o alvo seria uma caminhonete.

Após possível reação, o morador foi alvejado e a os assaltantes deixaram o local apenas com o telefone celular da vítima.

Reginaldo morreu no local. O corpo foi encaminhado ao IML de Campo Mourão. Um grande aparato policial foi montado, mas a dupla que teria fugido em uma moto, não foi localizada. O latrocínio será investigado pela Polícia Civil.

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